domingo, 24 de maio de 2015

TÓQUIO VIOLENTA - 1966

Tôkyô nagaremono, 1966
Legendado, Seijun Suzuki

Formato: AVI
Aúdio: japonês
Legendas: Pt-Br
Duração: 89 minutos
Tamanho: 1,14 Gb
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SINOPSE
Tetsuya "Phoenix Tetsu" Hondo é um implacável assassino de uma quadrilha da Yakuza que foi recentemente desativada quando Kurata, o chefe, resolveu se aposentar. Otsuka, líder de uma quadrilha rival, tenta recrutar Tetsu para o seu lado, mas o assassino nega o convite. Assim, o chefe do crime resolve eliminá-lo.

Fonte: Filmow
The Internet Movie Database: IMDB - NOTA IMDB: 7.3

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quarta-feira, 20 de maio de 2015

YELLA - 2007

Yella, 2007
Legendado, Christian Petzold

Formato: AVI
Aúdio: alemão
Legendas: Pt-Br
Duração: 89 minutos
Tamanho: 700 Mb
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SINOPSE
Yella decide deixar a sua cidade natal por um emprego prometedor e uma nova vida. Abandonou o seu casamento falhado e deixou para trás sonhos partidos. Nada a pode parar. Nem um estranho acidente com o psicótico ex-marido, no dia da sua partida. Depois de um humilhante contratempo profissional, o rumo da bonita Yella muda quando o jovem empresário Philipp arrisca contratá-la para sua assistente. Embora sem experiência, as coincidências dão uma mãozinha a Yella, que descobre o jeito para o negócio. As negociações tornam-se num jogo emocionante no qual a sua beleza e nervos de aço são virtudes de calibre. Yella vê um potencial futuro com Philipp. Ele é sério, determinado, e as suas metas poderão tornar-se em projectos comuns. Parece que a ambiciosa Yella pode finalmente conseguir tudo o que sempre quis… Mas estranhos acontecimentos e sons perseguem-na. Verdades do seu passado vêm assombrá-la. A sua nova vida pode ser boa demais para ser real.

Fonte: cinema sapo
The Internet Movie Database: IMDB - NOTA IMDB: 6.8

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terça-feira, 19 de maio de 2015

SOBREVIVENDO AO PROGRESSO - 2011

Surviving  progress, 2011
Legendado, Mathieu Roy e Harold Crooks

Formato: AVI
Aúdio: português/inglês
Legendas: Pt-Br
Duração: 86 minutos
Tamanho: 695 Mb
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SINOPSE
 "A ascensão da Humanidade é geralmente medida pela velocidade do progresso. Mas e se o atual progresso estiver nos prejudicando, em direção ao colapso? Ronald Wright, autor do best-seller "A Short History Of Progress" (A Breve História do Progresso), que inspirou este documentário, mostra como as civilizações do passado foram destruídas pelas "armadilhas do progresso" - tecnologias fascinantes e sistemas de crença que atendem a necessidades imediatas, mas comprometem o futuro.
Com a pressão sobre os recursos mundiais aumentando e as elites financeiras levando nações ao fundo do poço, poderá nossa civilização globalizada escapar da catástrofe - a "armadilha do progresso" final?
Através de imagens marcantes e insights iluminadores, de pensadores que investigaram nossos genes, cérebros e comportamento social, este réquiem do modelo de progresso usual também propõe um desafio: provar que tornar macacos mais inteligentes não é um beco sem saída evolucionário."

The Internet Movie Database: IMDB - NOTA IMDB: 7.5

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sábado, 2 de maio de 2015

NÓS ALIMENTAMOS O MUNDO - 2005

We feed the world, 2005
Legendado, Erwin Wagenhofer

Formato: AVI
Aúdio: francês/alemão/português/inglês
Legendas: Pt-Br
Duração: 96 minutos
Tamanho: 703 Mb
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SINOPSE
Todos os dias em Viena a quantidade de pão não vendido que é enviado de volta para ser jogado fora seria suficiente para alimentar a segunda maior cidade austríaca, Graz.

Por volta de 350.000 hectares de terras agrícolas, em sua maior parte na América Latina , são dedicadas ao cultivo de soja para alimentar os animais na Áustria, enquanto 1/4 da população local passa fome. Todo europeu come 10 kilos todo ano de hortaliças irrigadas artificialmente em estufas, provenientes do sul da Espanha, ocasionando falta de água.

Em "Nós Alimentamos o Mundo", o cineasta austríaco Erwin Wagenhofer traca as origens dos nossos alimentos. Sua jornada o leva a França, Espanha, Romênia, Suíça, Brasil e de volta para a Áustria.

Este filme é sobre alimentos e globalização, pescadores e agricultores, motoristas de caminhão de longas jornadas e executivos de grandes corporações, o fluxo de bens e de dinheiro, um filme sobre escassez em meio a abundância. Com imagens inesquecíveis, este filme mostra uma visão a fundo da produção de nossos alimentos e responde a questão: "o que que a fome mundial tem a ver conosco". Entrevistados não são apenas pescadores, agricultores, agrônomos, biólogos e Jean Ziegler da ONU, mas também o diretor de produção da Pioneer, a maior companhia de sementes do mundo e também Peter Brabeck, presidente e CEO da Nestlé Internacional, a maior companhia de alimentos do mundo.

The Internet Movie Database: IMDB - NOTA IMDB: 7.6

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segunda-feira, 27 de abril de 2015

O ÚLTIMO A RIR - 1969

Charles mort ou vif, 1969
Legendado, Alain Tanner

Formato: AVI
Aúdio: francês
Legendas: Pt-Br
Duração: 93 minutos
Tamanho: 956 Mb
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SINOPSE
Um rico fabricante de relógio suíço decide mudar de vida, no centenário de sua empresa, mudando radicalmente o estilo de vida, procurando um sentido para a sua.

The Internet Movie Database: IMDB - NOTA IMDB: 7.3

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terça-feira, 14 de abril de 2015

DEUS E O DIABO NA TERRA DO SOL - 1964

Deus e o diabo na terra do sol, 1964
Glauber Rocha
Classificação: Excelente - 9.0
Formato: AVI
Aúdio: português 
Duração: 120 minutos
Tamanho: 700 Mb
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SINOPSE
Manuel (Geraldo Del Rey) é um vaqueiro que se revolta contra a exploração imposta pelo coronel Moraes (Mílton Roda) e acaba matando-o numa briga. Ele passa a ser perseguido por jagunços, o que faz com que fuja com sua esposa Rosa (Yoná Magalhães). O casal se junta aos seguidores do beato Sebastião (Lídio Silva), que promete o fim do sofrimento através do retorno a um catolicismo místico e ritual. Porém ao presenciar a morte de uma criança Rosa mata o beato. Simultaneamente Antônio das Mortes (Maurício do Valle), um matador de aluguel a serviço da Igreja Católica e dos latifundiários da região, extermina os seguidores do beato.

Fonte: Adorocinema
The Internet Movie Database: IMDB - NOTA IMDB: 7.4

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domingo, 12 de abril de 2015

BARRAVENTO - 1962

Barravento, 1962
Glauber Rocha
Classificação: Bom - 8.5

Formato: AVI
Aúdio: português 
Duração: 78 minutos
Tamanho: 911 Mb
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SINOPSE
Numa aldeia de pescadores de xeréu, cujos antepassados vieram da África como escravos, permanecem antigos cultos místicos ligados ao candomblé. Firmino (Antônio Pitanga) é um antigo morador, que foi para Salvador na tentativa de escapar da pobreza. Ao retornar ele sente atração por Cota (Luíza Maranhão), ao mesmo tempo em que não consegue esquecer sua antiga paixão, Naína (Lucy Carvalho), que, por sua vez, gosta de Aruã (Aldo Teixeira). Firmino encomenda um despacho contra Aruã, que não é atingido. O alvo termina sendo a própria aldeia, que passa a ser impedida de pescar.

Fonte: Adorocinema
The Internet Movie Database: IMDB - NOTA IMDB: 7.3


ANÁLISE

“ Qual é a cultura da revolução? A incultura subversiva popular ou a cultura subversiva dos intelectuais ? ..... A cultura subversiva popular é uma incultura ? Não é um ato culto subverter o poder ?..... O povo ignorante que faz a revolução ? Mas quem dirige o povo no justo caminho revolucionário ?...”

Essa torrente de perguntas formuladas por Glauber Rocha numa obra projetada mas não concluída sobre a história do cinema, nos permite perceber como a ideologia revolucionária que incendiava as mentes e os corações dos jovens artistas na década de 60, estava também demarcando toda uma trajetória que seus filmes percorreriam durante esse período. Essa fase recente da história brasileira, que segundo Marcelo Ridenti (2000) é caracterizada por uma forte influência do que ele chama “romantismo revolucionário” , inicia-se nos anos 60 sob a estrela cultural do Cinema Novo, movimento no qual além de Glauber, outros cineastas como Nelson Pereira dos Santos, Cacá Diegues, Leon Hirszman, Joaquim Pedro de Andrade, Ruy Guerra, Zelito Viana, Walter Lima Jr., Gustavo Dahl, Luiz Carlos Barreto, Eduardo Coutinho entre outros, defendiam posições politicamente à esquerda. O cinema estava na linha de frente da reflexão sobre a realidade brasileira, na busca de uma identidade nacional autêntica do cinema e do homem brasileiro, à procura de sua revolução. 

Glauber Rocha

O Cinema Novo pode ser incluído como uma das inúmeras manifestações políticoculturais desencadeada, entre outros fatores, pelo movimento iniciado pelo C.P.C. (Centro Popular de Cultura), entidade ligada à UNE (União Nacional dos Estudantes) que era formado por estudantes e intelectuais organizados em torno de um projeto revolucionário para o Brasil, baseado numa concepção marxista que procurava denunciar a alienação presente na cultura popular, e estabelecer então as bases para que uma arte revolucionária pudesse ser levada até o povo – tarefa essa de responsabilidade dos intelectuais comprometidos com a revolução – para que finalmente o povo pudesse conscientizar-se e assumir a luta revolucionária em nosso país. 

Essa concepção romântica que orientava artistas de todas as áreas, teve forte influência na primeira fase da obra de Glauber Rocha, e em toda essa discussão, era marcante a preocupação em resgatar e ir ao encontro de uma cultura popular “autêntica”, que pudesse ser o âmago e a inspiração de toda criação artística que se pretendesse revolucionária.  

O aguçado senso político de Glauber aliado ao seu vigor revolucionário e sua fabulosa criatividade, o transformaram num artista extremamente empenhado em fazer de sua obra, um aríete contra as injustiças sociais de seu país, além de demolir as formas tradicionais de se pensar e fazer cinema. Para isso, não hesitava em mostrar as feridas, a miséria, a violência como um grito desesperado por mudança e transformação. Dizia ele no manifesto intitulado Ezteyka da Fome: 

“Sabemos nós – que fizemos estes filmes feios e tristes, estes filmes gritados e desesperados onde nem sempre a razão falou mais alto - que a fome não será curada pelos planejamentos de gabinete e que os remendos do technicolor não escondem mas agravam seus tumores. Assim, somente uma cultura da fome, minando suas próprias estruturas, pode superar-se qualitativamente: e a mais nobre manifestação da fome é a violência”.

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