terça-feira, 3 de maio de 2016

QUE HORAS SÃO AÍ? - 2001

Ni Na Bian Ji Dian. 2001
Legendado, Tsai Ming-liang
Clique na imagem para ver o trailer

Formato: AVI
Áudio: inglês/Min Nan/francês/mandarim 
Legendas: português
Duração: 1h 56 min.
Tamanho: 1,35 GB
Servidor: 1Fichier (Parte única)

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SINOPSE
Hsiao Kang vende relógios nas ruas de Taipei como ganha-pão. Ele acaba de perder o pai, e sua mãe ainda não assimilou a perda, passando horas rezando com um monge para que o espírito do marido volte. Até que acaba acreditando na reencarnação do homem numa barata. Hsiao se apaixona por uma cliente, Shiang-chyi, que está para ir visitar a França e tenta comprar dele um relógio que não havia no mostruário. Ele tenta encontrar um similar para ela. Enquanto isso, fica obcecado e passa a acertar todos os relógios de Taipei com o fuso horário de Paris. Já Shiang-chyi, na França, depara-se com estranhos acontecimentos que se relacionam com Hsiao.

Fonte: Filmow
The Internet Movie Database: IMDB - NOTA IMDB: 7.3

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segunda-feira, 2 de maio de 2016

O MUNDO VIVENTE - 2003

Le monde vivant, 2003
Legendado, Eugène Green
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Formato: mkv
Áudio: francês
Legendas: português
Duração: 1h 10 min.
Tamanho: 1,14 GB
Servidor: 1Fichier (Parte única)

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SINOPSE
Numa épica jornada, o Cavaleiro do Leão parte para resgatar uma dama aprisionada por um ogro, em seu castelo na floresta. Ela não pode fugir. A única chance é derrotar o ogro num duelo mortal.

Fonte: Filmow
The Internet Movie Database: IMDB - NOTA IMDB: 7.0

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domingo, 1 de maio de 2016

SR. NINGUÉM, 2009, 2° REPOSTAGEM (Versão Estendida)




Mr. Nobody, Legendado, 2009, Jaco Van Dormael

Classificação: Excelente

Formato: AVI (Xvid)
Áudio: Inglês
Legendas: Português
Duração: 2h21min.
Tamanho: 1.52GB
Servidor: Mega (5 Partes)
Links:

Parte1
Parte2
Parte3
Parte4
Parte5

Sinopse: "Sr. Ninguém" (Mr. Nobody, 2009) é um surprendente filme onde o diretor belga Jaco Van Dormael bebe nas fontes mitológicas do Gnosticismo basilidiano: um protagonista prisioneiro na principal falha cósmica do universo físico (a flecha do tempo) vê sua existência como um gigantesco hipertexto com diversos futuros alternativos resultantes das decisões. O filme narra a luta de um homem contra o caos e o aleatório que interferem no livre-arbítrio das decisões.
Fonte: Cine Gnose
http://www.imdb.com/title/tt0485947/?ref_=nv_sr_1
 INTERNET MOVIES DATABASE - Nota Imdb 7.9

Análise:
São as escolhas que moldam a vida, que a fazem avançar, menos para Nemo Nobody, ao que parece. Jared Leto é o protagonista de Sr. Ninguém, filme de Jaco Van Dormael, de 2009, que chegou finalmente aos cinemas portugueses.
Tudo acontece num futuro não muito distante, onde Nemo é o homem mais velho do mundo e é o último mortal a conviver com as pessoas imortais. Ao longo de cerca de duas horas e meia de filme, Nemo irá relembrar os seus anos reais e imaginários, de infância, adolescência e casamento.
Nos últimos anos, poucos são os filmes com um imaginário tão forte e, ao mesmo tempo, que tocam tão fundo. Sr. Ninguém é, para já, um exemplo de originalidade e, ao mesmo tempo, de coerência no meio de muitos paradoxos. Deixando de parte a componente futurista da longa-metragem, que aqui se encontra muito presente, onde a imortalidade é algo tão comum que o único homem ainda mortal se torna o centro das atenções e as suas palavras são acompanhadas em directo, para satisfação da curiosidade mórbida de um povo, Sr. Ninguém vai muito mais além.

Aqui, o tempo não é constante e a realidade também não. Está-se perante várias dimensões, histórias paralelas e não sabemos qual delas é real. Sonho, ilusão, alucinação, delírio, imaginação... tudo se mistura também na nossa cabeça, tal como na de Nemo Nobody. A infância de Nemo, a relação dos pais, a primeira decisão importante a ser tomada que parece desencadear muitas indecisões, muitas possibilidades; a adolescência, amores e desamores; casamento(s)... vamos conhecer as vidas do protagonista, que as conta a um jovem jornalista, mas teremos as mesmas dúvidas: afinal, como é que tudo isto pode ter acontecido? Onde está a verdade, a realidade?
As coincidências sucedem-se em todas as possibilidades de vida a que assistimos, e as escolhas parecem ter sido sempre impossíveis para este homem de 118 anos. Para quê e por quê escolher? Nemo Nobody faz-nos crer que podemos ter tudo, sem precisar de optar. Contudo, e no meio de muita estranheza, a lógica nunca se perde.

Em Sr. Ninguém há uma grande atenção ao detalhe, que nos aguça os sentidos. São inúmeras as sensações que as imagens despertam em quem assiste. Jaco Van Dormael oferece-nos um filme com uma sensibilidade e delicadeza quase raras. A simples lavagem automática de um carro pode tornar-se claustrofóbica, e ao mesmo tempo artística.
Visualmente, o filme é um prodígio, de uma beleza pouco comum. A câmara liga-nos ainda mais à imagem através de planos, por vezes, hipnotizantes e envolventes. As cenas entre Nemo e Anna são onde mais isso se sente. Os efeitos especiais são igualmente de destacar e o trabalho de montagem é fascinante.
Nas interpretações, Jared Leto volta aqui a provar o seu talento na representação como Nemo Nobody, juntando-se-lhe os nomes de Toby Regbo (Nemo adolescente) e Thomas Byrne (Nemo com nove anos), que nos proporcionam grandes momentos. O casting foi certeiro também na escolha das actrizes que interpretam Anna adulta e adolescente, respectivamente, Diane Kruger e Juno Temple.
"Na vida só temos um take, se estiver mau temos de o aceitar" diz alguém a Nemo Nobody a certo momento. Uma frase que parece servir de lição para o próprio espectador, num filme que não quer conhecer limites para o possível. Até ao fim, faz-nos reflectir, e deixar-nos-á com muitas questões: Afinal, o que é real, o que faz parte do imaginário? Sr. Ninguém tem esse poder, alimenta a nossa mente, pela profundidade argumentativa, beleza visual e pela união perfeita de ambas.
Fonte: Hoje Vi(vi) um filme - blog

http://hojeviviumfilme.blogspot.com.br/2012/10/critica-sr-ninguem-mr-nobody-2009.html 












O REGRESSO, 2015

The Revenant, Legendado, 2015, Alejandro Gonzales Iñárritu
Classificação: Muito Bom
Formato: XVID (Avi)
Áudio: Inglês
Legendas: Português
Duração: 2h36min.
PG: 16
Tamanho: 1.36GB
Servidor: MEGA
Links:

Parte 1
Parte 2

Sinopse: Em 1823, um caçador de peles chamado Hugh Glass foi atacado por um urso enquanto participava de uma expedição na região que hoje forma o estado de Dakota do Sul, nos Estados Unidos. Gravemente ferido e agonizante, ele foi deixado para trás pelo grupo, que, no entanto, encarregou dois de seus integrantes de permanecerem ao lado do sujeito até que ele morresse, enterrando-o antes de se reunirem com os demais. A dupla, porém, desistiu da tarefa depois de dois dias, partindo enquanto Glass ainda se encontrava vivo – e, assim, foi um imenso choque quando este apareceu em um forte localizado a 400 quilômetros de distância de onde havia sido deixado depois de rastejar por quase dois meses. Passando a fazer parte do imaginário da história do país, a jornada de Glass ganha, aqui, sua segunda adaptação para o Cinema, já tendo originado, em 1973, o bom Fúria Selvagem, no qual o herói era interpretado por Richard Harris.

Internet Movies Database: Nota Imdb 8.1



Crítica: 

Por: Marcelo Hessel
Quando disse em entrevista que não considera seu O Regresso (The Revenant, 2015) um faroeste, porque "o problema com gêneros é que eles vêm da palavra 'genérico'", o diretor Alejandro González Iñárritu não apenas demonstrou que nunca ganharia um Oscar de etimologia. Especialmente, deixou evidente a prepotência que norteia seu cinema: a crença numa experiência transcendental não como uma consequência dos filmes mas como um ponto de partida.

É atrás dessa experiência de encomenda que o diretor vai, quando convoca para O Regresso o diretor de fotografia Emmanuel Lubezki, a figurinista Jacqueline West e o desenhista de produção Jack Fisk - três profissionais que trabalharam com Terrence Malick em outro faroeste revisionista, O Novo Mundo (2005). Se Malick se tornou com os anos um cineasta da transcendência como commodity - seus filmes contemplativos, banhados de contraluz e organizados como um poético fluxo de consciência hoje beiram a autoparódia - Iñárritu pega para si o estilo sem desconfiar dessa carga.
O resultado é que O Regresso, embora seja seu filme mais festejado na mídia e nas premiações de Hollywood, é também o mais desesperado por uma legitimação arthouse. Se os trabalhos anteriores de Iñárritu partiam de uma megalomania temática - falar de todo o mal da globalização em Babel, de toda a miséria da vida em Biutiful, de todo o ridículo da indústria da arte em Birdman - O Regresso, um filme cheio de som e fúria que só toca marginalmente e com casuísmo em questões da formação da identidade americana, tem na megalomania formal seu começo e seu fim.

É uma miopia que se traduz, na tela, na forma como a história de sofrimento de Leonardo DiCaprio é encenada. Ainda que ganhe seu esperado Oscar, o ator sempre será um coadjuvante diante dos verdadeiros protagonistas de O Regresso: as grandes-angulares de Lubezki, o pôr-do-sol do Canadá, os movimentos de câmera sobre um mesmo eixo (que se combinam com as grandes-angulares e ficam uma coisa meio pau-de-selfie de arte). Até a respiração que embaça a lente parece mais importante que a figura de DiCaprio, porque também denota a presença exibicionista do autor.
"Destaque para a arte Europeia do pôster."

O que fica faltando ao fim é a tal transcendência: com frequência Lubezki encerra planos virando a câmera para a copa das árvores, em busca de um sentido metafísico ou de uma justificativa divina para as desgraças que filma, mas acontece que o céu não tem todas as respostas - não importa o "templo" em que se assista a O Regresso.
Fonte: Omelete

https://omelete.uol.com.br/filmes/criticas/the-revenant-2015/?key=105159














sábado, 30 de abril de 2016

O ABRAÇO DA SERPENTE - 2015

El abrazo de la serpiente - 2015
Legendado, Ciro Guerra
Clique na imagem para ver o trailer

Formato: AVI
Áudio: espanhol/alemão/português/latim/catalão
Legendas: português
Duração: 2h 05 min.
Tamanho: 1,62 GB
Servidor: 1Fichier (Parte única)

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SINOPSE
Theo (Jan Bijvoet) é um explorador alemão que, em 1909, procura a ajuda do xamã Karamakate (Nilbio Torres/Antonio Bolivar), o último sobrevivente conhecido da tribo dos Cohiuanos, para servir de guia no percurso do rio Amazonas. Gravemente doente, Theo busca a yakruna, uma planta sagrada com poderes curativos. Quase quatro décadas depois, o norte-americano Evans (Brionne Davis) lê os diários de Theo e resolve percorrer o mesmo trilho, de forma a descobrir e estudar a planta medicinal. Para isso, encontra-se com Karamakate. Durante todos estes anos, muita coisa mudou na paisagem amazónica e mais ainda no coração do velho índio…
Realizado pelo colombiano Ciro Guerra ("La Sombra del Caminante", "Los Viajes del Viento"), um filme a preto e branco que se baseia nos diários de Theodor Koch-Grunberg (1872-1924), um explorador alemão que contribuiu para o estudo da mitologia, etnologia e antropologia dos povos indígenas da América do Sul (em particular dos Pemon, da Venezuela, e dos índios brasileiros da região da Amazónia). "O Abraço da Serpente" foi nomeado para o Óscar de Melhor Filme Estrangeiro (Colombia).

Fonte: Cinecartaz
The Internet Movie Database: IMDB - NOTA IMDB: 8.2

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quarta-feira, 27 de abril de 2016

NAS GARRAS DO ÓDIO - 1965

The nanny, 1965
Legendado, Seth Holt

Formato: AVI
Áudio: inglês
Legendas: português
Duração: 1h 31 min.
Tamanho: 1,10 GB
Servidor: 1Fichier (Parte única)

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SINOPSE
O garoto Joey, de dez anos de idade (William Dix), está voltando para a casa dos pais ricos e ausentes e para os cuidados da babá, depois de passar dois anos em uma instituição para pessoas com doenças mentais. Joey tinha ido parar nesse lugar sob a suspeita de ter afogado sua irmã mais nova na banheira, enquanto ela tomava banho. Lá, infernizava a vida dos funcionários com brincadeiras de humor negro. De volta à sua casa, vai insistir na sua antiga tese: foi a babá que matou sua irmã, e a babá agora quer matá-lo. Mas ninguém o leva a sério.

Fonte: Filmow
The Internet Movie Database: IMDB - NOTA IMDB: 7.3

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terça-feira, 26 de abril de 2016

A GRANDE ILUSÃO - 1937

La grande illusion, 1937
Legendado, Jean Renoir
Classificação: Excelente

Formato: AVI
Áudio: francês/alemão/inglês/russo
Legendas: português
Duração: 114 min.
Tamanho: 1,41 GB
Servidor: 1Fichier (Parte única)

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SINOPSE
Durante I Guerra Mundial, dois soldados franceses são capturados pelas tropas alemãs. O Capitão Boeldieu (Pierre Fresnay) é um aristocrata enquanto o Tenente Marechal (Jean Gabin) era um simples mecânico quando ainda civíl. Eles conhecem outros prisioneiros de diversas origens e fazem amizade com um companheiro chamado Rosenthal (Marcel Dalio). Após tentarem fugir por diversas vezes, eles são separados do novo amigo e enviados para um fortaleza. É lá que Boeldieu faz amizade com um oficial alemão chamado Van Rauffenstein (Erich von Stroheim), também de origem aristocrática.

Fonte: Adorocinema
The Internet Movie Database: IMDB - NOTA IMDB: 8.2


ANÁLISE

Uma obra-prima do drama em tempos da Primeira Guerra Mundial

De Jean Renoir, este é considerado pela crítica em geral um dos mais importantes filmes franceses de todos os tempos e, por que não, um dos mais importantes de qualquer nacionalidade. Inspirador de inúmeras obras, fala sobre a Primeira Guerra Mundial em uma época que ela não era conhecida como tal – 1937 – e a sombra de Hitler já começava a amedrontar meio mundo. Mas Hitler não tem nada haver com A Grande Ilusão. O filme conta a história de um grupo de soldados franceses presos em um campo de prisioneiros na Alemanha em 1916, de suas análises sobre a guerra e do comportamento humano no meio dela.

É um filme que serviu como inspiração para inúmeros outros filmes de priosioneiros de guerra, tais como Inferno Número 17, de Billy Wilder (inclusive o número do campo de priosioneiros da primeira metade de A Grande Ilusão é o número 17), Fugindo do Inferno, com Steve McQueen (considerado por muitos como o melhor desse sub-gênero) e até mesmo de filmes mais recentes como A Guerra de Hart, com Bruce Willis. Mas A Grande Ilusão não é simplesmente “sobre um grupo de soldados que faz de tudo pra fugir do campo de prisioneiros”. O filme entrou para a história do cinema por suas interpretações e seus gloriosos temas, em uma época bastante importante para a humanidade.

Várias cenas não foram exibidas até o final da década de 50, como a sequência em que dois fugitivos – um judeu e um francês – durante sua fuga vão hospedar-se com uma mulher alemã e esta apaixona-se por um deles. Há uma cena, também maravilhosa, onde os prisioneiros franceses cantam La Marselhaise em pleno território germânico em alto e bom som (a cena em Casablanca, então, é bem posterior a esta). O filme é recheado desses pequenos grandes momentos, e no todo ele encanta e coloca-se na história cinematográfica por tudo isso. Seus personagens são complexos – tanto os prisioneiros quanto os alemães. Os diálogos entre estes e os prisioneiros franceses são os melhores, e daí surgem grandes momentos que mostram a mensagem anti-militarista do filme.

Esses momentos, que ocorrem principalmente entre o capitão Rauffenstein (o grande ator Erich von Stroheim) e os prisioneiros franceses funcionam como um manifesto a favor da amizade entre os seres humanos: mesmo que o capitão tenha como dever manter presos os franceses, ele reconhece que o faz por obrigação e que não é a favor da guerra. Uma mensagem do diretor para um público temeroso, em uma época que a sombra de uma nova guerra – muito maior do que aquela primeira – estava pairando no ar.

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