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quinta-feira, 7 de maio de 2020

NASCIDO PARA MATAR - 1987

Full metal jacket,1987
Legendado, Stanley Kubrick

0762-A | Stanley Kubrick | Full Metal Jacket | 1987 USA | Cartazes ...


Formato: avi
Áudio: inglês e vietnamita
Legendas: português
Tamanho: 698 MB

Em sua relativamente curta, porém ambiciosa filmografia, Kubrick passeou por diversos gêneros e estilos, buscando trazer para cada um destes seu toque pessoal, e por não dizer isso, visionário. Lolita trouxe uma abordagem refrescante e ousada sobre o thriller erótico, Dr. Fantástico ultrapassou limites (no bom sentido) no uso daquilo que conhecemos como humor negro, 2001: Uma Odisseia no Espaço é tido até hoje como referência no que se refere às ficções científicas, e O Iluminado foi uma aula de como criar um filme de terror através de ambientes claustrofóbicos e sufocantes.

Nascido Para Matar, apesar de não ser o primeiro filme sobre a guerra feito por Kubrick (antes disto tivemos o maravilhoso Glória Feita de Sangue), nos traz novamente aquela abordagem ácida, crítica, dura e desoladora que apenas um cineasta como Kubrick era capaz de construir. Antes de tudo, o diretor jamais foca no ato da guerra em si, mas no horror da mesma e os efeitos devastadores que esta causa ao ser humano. Muitos acusavam Kubrick de ser um cineasta frio e desumano, mas seus filmes, em contraponto a estas afirmações, eram carregados de um sentimento de humanidade poucas vezes experimentadas no cinema.

Ambientado durante a Guerra do Vietnã (um assunto ainda difícil para os americanos), Nascido Para Matar é divido em duas partes distintas, onde acompanhamos um grupo de jovens em treino para a guerra, onde diversas reações e situações desesperadoras irão surgir em meio a humilhações constantes sobre os recrutas.


Fonte: planocritico


8.3 de 10 91% - 94%
1 h 56 min Trailer



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terça-feira, 29 de janeiro de 2019

PACOTÃO DE REPOSTAGENS #5

YELLOW SUBMARINE  - 1968 (Yellow submarine1968 / George Dunning, legendado)

No auge de sua popularidade, o grupo britânico The Beatles fez este desenho sobre uma terra dominada pelos malvados Blue Meanies. Eles são recrutados para devolver a alegria e a música para o mundo fantasioso, partindo em uma viagem incrível. Um filme de animação psicodélica que abusa das cores e de canções famosos da banda.

Fonte: Adorocinema
7.4 IMDB | 1h 30min
Animação | Comédia | Aventura
Trailer
Download - Parte única (Mega - 692 MB - Formato - avi)
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ONDE FICA A CASA DO MEU AMIGO - 1987 (Khane-ye doust kodjast?, 1987 / Abbas Kiarostami, legendado)


O garoto Ahmad, ao fazer seu dever de casa, percebe que pegou o caderno de seu amigo por engano. Sabendo que o professor exige que as tarefas sejam feitas no caderno, escapa das vistas de sua mãe e parte em busca do colega. Ele vai até uma vila nos arredores com o intuito de encontrá-lo para devolver o caderno. Chegando lá, encontra-se com diversos moradores e vivencia o dia-a-dia de cada um num ritmo lento e extremamente real.

Fonte: Cineplayers


8.1 IMDB | 1h 23min
Drama
Trailer



Download - Parte única (Mega - 1.73 GB - Formato - avi)

terça-feira, 8 de setembro de 2015

GLÓRIA FEITA DE SANGUE - 1957

Paths of glory, 1957
Legendado, Stanley Kubrick


Formato: mp4
Aúdio: inglês/alemão/latim
Legendas: Pt-Br
Duração: 88 minutos
Tamanho: 551 Mb
Servidor: Uplea (Parte única)


DOWNLOAD


SINOPSE

Em 1916, durante a Primeira Guerra Mundial, Mireau (George Meeker), um general francês, ordena um ataque suicida e como nem todos os seus soldados puderam se lançar ao ataque ele exige que sua artilharia ataque as próprias trincheiras. Mas não é obedecido neste pedido absurdo, então resolve pedir o julgamento e a execução de todo o regimento por se comportar covardemente no campo de batalha e assim justificar o fracasso de sua estratégia militar. Depois concorda que sejam cem soldados e finalmente é decido que três soldados serão escolhidos para servirem de exemplo, mas o coronel Dax (Kirk Douglas) não concorda e decide interceder de todas as formas para tentar suspender esta insana decisão.

Fonte: Adorocinema
The Internet Movie Database: IMDB - NOTA IMDB: 8.5

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terça-feira, 15 de julho de 2014

A MORTE PASSOU POR PERTO - 1955

Killer's kiss, 1955
Legendado, Stanley Kubrick

Formato: AVI
Áudio: inglês
Legendas: português
Duração: 67 min.
Tamanho: 560 MB
Servidores: Firedrive (Parte única)

LINK

SINOPSE
Em Nova York um lutador de boxe conhece uma dançarina quando esta é atacada por seu patrão e amante. Este acontecimento acaba provocando o envolvimento dos dois, mas o amante preterido, dominado pelo ciúme e pelo ódio, manda matar seu rival. Entretanto, em virtude de um equívoco, os capangas matam o empresário do lutador. O casal, vendo que corre perigo, tenta deixar a cidade para sempre.

Fonte: Adorocinema
The Internet Database: IMDB - NOTA IMDB: 6.8


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LARANJA MECÂNICA - 1971

A clockwork orange, 1971
Legendado, Stanley Kubrick
Classificação: excelente

Formato: AVI 
Áudio: inglês
Legendas: Pt-Br
Duração: 136 minutos
Tamanho: 700 MB
Servidor: Mega (Parte única) 

Download
Parte única

SINOPSE
No futuro, o violento Alex (Malcolm McDowell), líder de uma gangue de delinquentes que matam, roubam e estupram, cai nas mãos da polícia. Preso, ele recebe a opção de participar em um programa que pode reduzir o seu tempo na cadeia. Alex vira cobaia de experimentos destinados a refrear os impulsos destrutivos do ser humano, mas acaba se tornando impotente para lidar com a violência que o cerca.

Fonte: Adorocinema
The internet movie database: IMDB - NOTA IMDB: 8.4


ANÁLISE

Um pertubador retrato de uma sociedade que pode ser perfeitamente vista como um espelho da nossa.
Ultraviolência. Quando Laranja Mecânica se inicia, somos apresentados a essa palavra que, durante toda a duração do filme, será trabalhada. Não, não digo somente de forma física, como as primeiras meia hora de filme apresentam, e sim o violento tom psicológico no qual o filme é conduzido magistralmente por Stanley Kubrick (Dr. Fantástico2001: Uma Odisséia no Espaço) até o seu final. Tudo de modo cínico, hipócrita, denunciando todo o egoísmo em uma visionária concepção de sociedade. Algo que, assustadoramente, em pleno século 21, continua atual, senão pior do que nos é apresentado em termos de violência no mundo.

Stanley Kubrick e Malcolm McDowell

O anti-herói do filme é Alex DeLarge, um jovem líder de uma gangue de delinqüentes, amantes de leite drogado e música clássica, que tem por diversão bater, estuprar, matar... Enfim, cometer qualquer brutalidade que tenha vontade, não se importando com as leis ou o senso humanitário, somente pensando na própria diversão. Quando finalmente é pego pela polícia, sofre um tratamento duro de reabilitação. Um novo método, cruel, que faz com que a pessoa fique totalmente indefesa com relação a violência do mundo. E, mais uma vez, Kubrick brilha de maneira fascinante comparando os atos de Alex antes de sua internação com os da sociedade em resposta ao seu passado na segunda metade do filme. Você realmente se questiona sobre qual tipo de atitude é pior, mais fria, desumana. Não digo isso somente nas pessoas da rua, os antigos amigos de Alex, e sim com toda a falta de escrúpulo em volta dos interesses políticos sobre a situação. Uma ousadia incrível de Kubrick, perfeitamente retratada, questionar o sistema de modo tão duro.

Malcolm McDowell como 
Alex 
DeLarge

Quem interpreta o problemático Alex é Malcolm McDowell, simplesmente perfeito no papel. O seu olhar, sua frieza, chega realmente a intimidar. Pense na cena de abertura do filme, aquele olhar intimidador, característico de alguns filmes do Kubrick, acho que nunca se encaixou tão bem em um personagem seu antes (e nem depois). A sua importância dentro do contexto é tanta que li, certa vez, que Kubrick chegou a cogitar a possibilidade simplesmente não rodar Laranja Mecânica caso Malcolm não aceitasse o papel. É curioso como Kubrick tem total controle sobre seus atores. O modo como eles falam, o jeito cínico, tudo é captado mesmo que de forma inconsciente pelas pessoas que estão assistindo. O controle se reforça por uma curiosidade muito peculiar: Malcolm tem fobia a cobras, e advinha o animal de estimação que Kubrick deu a Alex?


Kubrick tem também o total domínio sobre as técnicas de filmagem. Misturando diversas dessas técnicas, ele cria o ambiente que quer da maneira que quer. Mesmo que possa parecer estranho (seus cenários tem cores sempre extravagantes, poucos objetos de cena, chão brilhando, luzes estourando nas paredes e tetos), tudo tem uma perfeita sintonia com o mundo em questão. Aliás, essa característica não se diz somente à Laranja Mecânica, e sim a todos os filmes de Kubrick (até mesmo Spartacus!), mas citei para reforçar que nada foi ao acaso, tudo está lá propositalmente. Certas vezes temos o tempo do filme alterado, passando mais rápido ou devagar, tudo ao som da mais bela música clássica. Aliás, Kubrick também brinca com temas clássicos, como nunca vistos antes. Além dos clássicos já supra citados, temos canções inocentes como ‘Singing in the Rain’ interpretadas de um modo bem diferente.


O engraçado é que Laranja Mecânica custou apenas 2 milhões de dólares e, sem sombra de dúvidas, é um grande clássico. O que prova que a qualidade não está nos orçamentos milionários de Hollywood, e sim na competência de seus realizadores. É tão óbvia essa afirmação que me pergunto como filmes horrorosos que custaram dez vezes mais conseguiram ser aprovados por seus produtores. É ao mesmo tempo divertido e cruel. Fascinante e perturbador. Uma reflexão e medo. Ousado e intrigante. É Kubrick em sua melhor forma.

Análise retirada do site Cineplayers

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segunda-feira, 14 de julho de 2014

O GRANDE GOLPE - 1956

The killing, 1956
Legendado, Stanley Kubrick

Formato: AVI 
Áudio: inglês
Legendas: Pt-Br
Duração: 85 minutos
Tamanho: 700 MB
Servidor: 1Fichier (Parte única) 

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Parte única

SINOPSE
Após cumprir uma pena de 5 anos, Johnny Clay (Sterling Hayden) está convencido de que se o ladrão não fizer um plano perfeito ele será preso, independente da quantia. Assim, decide apostar alto e elabora uma complexa trama para assaltar o hipódromo. Se der certo, ele e seus cúmplices ficarão ricos, pois calcula que obterá no assalto 2 milhões de dólares, mas tudo tem que funcionar como engrenagens de uma máquina e basta uma delas não se ajustar para tudo fracassar.

Fonte: Adorocinema
The internet movie database: IMDB - NOTA IMDB: 8.1


ANÁLISE

O texto a seguir possui spoilers e deve ser apreciado com moderação

QUENTIN TARANTINO AFIRMOU QUE O GRANDE GOLPE FOI UMA DE SUAS PRINCIPAIS INFLUÊNCIAS ENQUANTO ESCREVIA O ROTEIRO DE CÃES DE ALUGUEL. Ambos os filmes contam a história de um engenhoso assalto sob várias perspectivas diferentes. Além, claro, dos criminosos ficarem bem longe de qualquer final feliz. Se o crime compensa ou não, tanto faz. O mais importante é que O Grande Golpe é um noirindispensável para os fãs do gênero.
Um criminoso decide planejar um último grande roubo antes de se aposentar e casar com a paixão de sua vida. Johnny reune um grupo nada comum de ladrões e organiza um ousado golpe durante uma corrida de cavalos. Para isso, ele precisará da ajuda providencial de um dos funcionários do Jockey. O problema é que o pobre George é um sujeito fraco e dominado pela esposa vil, que descobre os detalhes sobre o crime e conta tudo para o amante.
Apesar de contar com a direção de Kubrick, o longa-metragem não escapa ileso de certos problemas. O principal deles é a utilização constante (e às vezes completamente desnecessária) de um voice over para dizer para o público o que está acontecendo na tela. Talvez seja proposital para aumentar o clima de uma clássica história policial, mas chega a ser chato.

Um dos detalhes que mais me chamou a atenção foi a montagem não linear. As histórias dos personagens são apresentadas separadamente num ritmo envolvente. O espectador fica curioso em se aprofundar nos detalhes do crime perfeito, deixando-se levar pelos carismáticos “heróis”. Cada um deles desempenha uma função importante na trama, e o interessante é que nenhum deles é capaz de fazer o espectador perder a vontade de acompanhar o desenrolar do plano. Imagino que isso possa ter causado um pouco de confusão na mente do público da época, mas deixou um legado a ser seguido por toda uma legião de cineastas, como por exemplo Christopher Nolan, em Following e Amnésia.
Os últimos cinco minutos de O Grande Golpe são de tirar o fôlego. Johnny está com Fay no aeroporto e acaba sendo obrigado a despachar a sua mala com o dinheiro do roubo. Contrariado, ele observa o momento em que um maldito poodle invade a pista dos carrinhos que levam as bagagens para o avião e causa um improvável acidente: justamente a mala com o dinheiro é derrubada no chão. Pode até parecer meio careta do roteiro de Kubrick, mas o momento em que Johnny se recusa a fugir resume bem o espírito de O Grande Golpe: não adianta fugir.
A grande mensagem do filme é que certas mulheres crueis são capazes de arruinar profundamente a vida de um homem fraco. Se por um lado assistimos a femme fatale traindo o marido (o qual ela não considerava nem mesmo como um homem) e recebendo a sua lição, por outro temos Fay causando uma pressão inconsciente no pobre coitado do Johnny, que acaba se dando mal. Certo. Eu sei que a mensagem verdadeira é dizer que os criminosos merecem se danar, mas vai dizer que não faz sentido acusar as garotas de serem as grandes vilãs de O Grande Golpe?

Análise retirada do site cinemadebuteco

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domingo, 13 de julho de 2014

LOLITA - 1962

Lolita, 1962
Legendado, Stanley Kubrick 

Formato: AVI 
Áudio: inglês/francês
Legendas: Pt-Br
Duração: 152 minutos
Tamanho: 700 MB
Servidor: Depositfiles (Parte única) 

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Parte única

SINOPSE
Erudito professor universitário britânico vai trabalhar nos Estados Unidos e lá fica tão obcecado por uma ninfeta de 14 anos que casa sua mãe, para estar próximo dela. Porém, quando a esposa morre atropelada ele acredita ser o momento adequado para seduzir a enteada, mas algo acontece que pode prejudicar seus planos.

Fonte: Adorocinema
The internet movie database: IMDB - NOTA IMDB: 7.7


ANÁLISE

Lançado em 1962, Lolita é o sexto longa da carreira de Stanley Kubrick. Após sua experiência em Spartacus, tendo que brigar com Kirk Douglas por controle criativo, Kubrick decidiu que produziria seus próprios filmes. Lolita foi o primeiro, e nesse contexto, ganha importância por ser o primeiro passo do diretor em direção ao ideal de criar o seu próprio cinema. É interessante ainda destacar que houve problemas no roteiro, na seleção do elenco e na edição, tudo em função do tema polêmico (Cary Grant teria recusado indignado a oferta do papel principal). E é ainda em Lolita que se encontram pela primeira vez dois gênios, Kubrick e Peter Sellers, que juntos criariam, dois anos mais tarde, talvez a maior atuação do cinema.
Stanley Kubrick

Stanley Kubrick dizia gostar de adaptar livros medíocres, pois eles rendiam bons filmes. Assim sendo, não chega a surpreender a ironia de que o livro mais célebre adaptado para o cinema pelo diretor tenha resultado em sua obra de menor prestígio – com as possíveis exceções de Fear and Desire e A Morte Passou por Perto, obras do início da carreira do diretor. Trata-se da adaptação do romance Lolita, escrito pelo russo Vladmir Nabokov, narrando a estória do professor Humpert Humpert, que se apaixona pela personagem título, uma menina de apenas 14 anos.

O primeiro passo para analisar Lolita deve ser, então, buscar razões com que se possa justificar o motivo de ser essa a obra que menos agrada o público. O motivo mais óbvio é o tema, bastante indigesto. Afinal, todo ser humano tem um limite de tolerância para com a torpeza da vida e da humanidade, e o sofrimento de crianças e jovens, em especial por motivos sexuais, excede esse limite para muita gente. Isso pode ser especialmente verdadeiro para espectadores conservadores e para pais e mães que vejam na menina Lolita suas próprias crianças. Com relação aos cinéfilos, em especial os fãs do diretor, o motivo anterior perde força, e o que provavelmente mais pesa contra Lolita é a comparação com os outros filmes de Kubrick. É provável que, ao assistir a esse filme, se tenha em mente a ousadia narrativa e visual dos clássicos 2001 – Uma Odisséia no Espaço e Laranja Mecânica, e Lolita, bem menos ousado e inovador, sai perdendo.
Não obstante, nada disso significa tratar-se de uma obra pequena ou medíocre. É possível notar a mão talentosa de Kubrick em diversas seqüências. Tomem-se como exemplos a conversa entre Humpert e o psicólogo da escola de Lolita, o encontro de Humpert e de Clare Quilty na varanda do hotel e a perseguição na auto-estrada, todas elas realizadas com maestria, criando tensão de uma forma que poucos diretores conseguiriam extrair de seqüências tão “simples”. As duas primeiras cenas citadas acontecem em ambientes escuros e claustrofóbicos, e contrapõem os personagens de maneira que o resultado é o que mais perto se poderia chegar de um duelo de faroeste expressionista. A seqüência da perseguição de carros, além de tecnicamente excelente, é também emblemática, pois marca o ponto a partir do qual o pouco controle que ainda restava a Humpert sobre sua vida termina. A partir dali, os acontecimentos o carregam, sem que ele consiga impedi-los, até que o personagem chegue a seu trágico destino.

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