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sábado, 7 de outubro de 2023

ZORBA, O GREGO - 1964

Alexis zorbas, 1964
Legendado, Michael Cacoyannis
https://www.themoviedb.org/t/p/original/cwhNlRZoRbnTi88rHmYnzM6fdVR.jpg

Formato: avi
Áudio: inglês e grego
Legendas: português 
Tamanho: 1,33 GB

Torrent convergente

SINOPSE
Michael Cacoyannis — esta é a transcrição ocidentalizada do nome grego do diretor, uma grafia que ele utilizou nos créditos deste Zorba, o Grego — já era admirado e reconhecido na Europa e na América por ocasião do lançamento de Zorba, em 1964. Responsável por longas bem recebidos e premiados como Stella (1955), A Mulher de Negro (1956), Uma Questão de Dignidade (1958) e Electra, a Vingadora (1962), o cineasta tinha grande apreço por roteiros que mesclavam elementos sociais, históricos e paixões humanas, uma característica que podemos observar em toda a sua filmografia.
Dando grande destaque para o papel da mulher nos ambientes sociais que retratou, Cacoyannis conseguiu mostrar ao mesmo tempo o lado monstruoso e sensível do homem, contrastando a sua cadência para a morte com o grande valor e significado que pode dar à vida. Este, sem dúvidas, é um dos motivos centrais de Zorba, o Grego, um filme sobre a amizade e o amor em um cenário cru, quase bárbaro, cheio beleza natural, omissão, vampirismo social, impunidade, inveja e crueldade.
A história aborda a improvável amizade entre Zorba (Anthony Quinn, em excelente interpretação) e Basil (Alan Bates), homens que se conhecem por acaso em um porto e estabelecem de imediato uma ligação de confiança que marcará para sempre suas vidas, com os dois lados aprendendo e amadurecendo, ao passo que o tempo avança e ambos lidam com dificuldades que vão da morte de pessoas queridas a um gigantesco fracasso financeiro.
Fonte: Planocritico
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sexta-feira, 8 de janeiro de 2021

ZAZIE NO METRÔ - 1960

Zazie dans le métro, 1960
Legendado, Louis Malle
 
Formato: avi
Áudio: francês e russo
Legendas: português
Tamanho: 1,17 GB

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SINOPSE 
Adaptação do conhecido romance homônimo de Raymond Queneau, poeta do absurdo. Zazie é uma garota que a mãe envia de visita ao tio que vive em Paris, acabando por fugir para ir ver o que mais lhe interessa, o Metro. Mas a descoberta é pontuada pelos mais estranhos, insólitos, divertidos (e mesmo ameaçadores!) encontros.

 Fonte: cinecartaz

 
7.0 de 10 76% - 78%1h 33min  Trailer
 

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sábado, 27 de abril de 2019

ZARDOZ - 1974

Zardoz, 1974
Legendado, John Boorman
Resultado de imagem para zardoz poster 

Formato: mp4
Áudio: inglês, italiano, sueco, latim, alemão, francês e gaélico 
Legendas: português
Duração: 1h 45min.
Tamanho: 1,69 GB
Servidor: Uptobox (parte única)


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Parte única


SINOPSE
“Zardoz” é ambientado em um futuro pós-apocalíptico onde a humanidade está dividida em três grupos: abaixo estão os “Brutais”, grupos de sobreviventes desesperados e famintos. São perseguidos pelo outro grupo, os Exterminadores, cuja função é “limpar” o planeta dos seres humanos impedindo que se reproduzam. Os Exterminadores são comandados pelas vozes provenientes de uma cabeça voadora, o deus Zardoz, que fornece armas para os Exterminadores executarem seu serviço. “Arma é boa, o pênis é mal, assim disse Zardoz”, diz a cabeça de pedra para os extasiados exterminadores liderados por Zed (Sean Connery).

Fonte: cinegnose



IMDb Rating          5.9


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segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

ZONA DO CRIME - 2007

La zona, 2007
Legendado, Rodrigo Plá
Classificação: Bom - 8.0

Formato: AVI
Áudio: espanhol
Legendas: Pt-Br
Duração: 97 minutos
Tamanho: 700 MB
Servidor: Mega (Parte única)

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Parte única

SINOPSE
Cidade do México, México. Alejandro (Daniel Tovar) é um adolescente que vive em La Zona, um condomínio fechado protegido por guardas particulares. No dia de seu aniversário três jovens de uma favela vizinha invadem o local, para assaltar uma das casas. Durante o assalto eles matam uma mulher, mas a empregada consegue fugir e avisa a segurança. Os guardas reagem e matam dois dos invasores, mas Miguel (Alan Chávez) consegue escapar. Logo em seguida um grupo de moradores se reúne na casa de Alejandro, onde fica decidido que nada será dito às autoridades e que eles próprios procurarão o 3º invasor pela propriedade do condomínio.

Fonte: Adorocinema
The internet movie database: IMDB - NOTA IMDB: 7.1


ANÁLISE

Há uma similaridade curiosa entre as introduções de Zona do Crime, produção mexicana dirigida por Rodrigo Plá, e o clássico cult Veludo Azul, realizado por David Lynch em 1986: depois de se deterem na aparência superficialmente paradisíaca de um recorte da sociedade (um elegante condomínio fechado e um confortável subúrbio norte-americano, respectivamente), ambos os filmes logo revelam um incômodo contraste entre aquela fachada e o que realmente há por trás (ou por baixo) daquele mundo. Porém, enquanto Lynch revelava a perversão e o falso moralismo dos norte-americanos, aqui Plá busca chocar com a brutal desigualdade econômica entre a minoria dominante e rica e a maioria miserável que estabelece a dinâmica social dos países do Terceiro Mundo. 
Rodrigo Plá
Co-escrito pelo diretor ao lado de Laura Santullo (autora do conto original), Zona do Crime é ambientado num imenso e sofisticado condomínio fechado habitado por ricaços mexicanos que, durante certa noite de chuva, tem parte de seu muro derrubado por um outdoor e é invadido por três jovens assaltantes que residem na favela situada ali ao lado. Depois de matarem a dona da primeira casa que tentam roubar, eles passam a ser perseguidos pelos demais condôminos, que decidem fazer justiça com as próprias mãos, chegando a mentir para a polícia a fim de se verem livres para caçar Miguel (Chávez), o único bandido que permanece vivo. Sem ter como sair do condomínio, o rapaz se esconde no porão da casa do adolescente Alejandro (Tovar), que decide tentar salvar sua vida. 
A princípio, pode parecer estranho que os obviamente abastados residentes de “La Zona” (como o condomínio é conhecido por todos) possam ter tamanha autonomia em relação à polícia local – e o filme leva algum tempo para ilustrar para o espectador que aquele é um local com regras e leis próprias, funcionando quase como um território estrangeiro dentro do país. Aos poucos, porém, a lógica que rege a narrativa vai se tornando clara e percebemos que Zona do Crime se entrega à alegoria no intuito de fazer sua crítica social, tornando-se mais e mais óbvio à medida que retrata as dissidências em seu microcosmos e os métodos repressores que passam a ser adotados pelos “governantes” diante de seus opositores (o que leva a um interessante momento em que o telefone de um residente é confiscado, transformando-o num prisioneiro dentro de seu próprio lar e cerceando sua liberdade de expressão). Da mesma forma, a brutalidade dos mini-ditadores, que manipulam informações, ocultam cadáveres e impõem o toque de recolher acaba compondo uma distopia que remete diretamente  à história recente de tantos países da América Latina (incluindo-se, aí, o Brasil).
Continue lendo em Cinemaemcena
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segunda-feira, 28 de julho de 2014

ZERO DE CONDUTA - 1933

Zéro de conduite: Jeunes diables au collège, 1933
Legendado, Jean Vigo
Classificação: Excelente

Formato: AVI
Áudio: francês 
Legendas: Pt-Br
Duração: 41 min.
Tamanho: 356 MB
Servidor: Mega (Parte única)

LINK
Parte única

SINOPSE
Um grupo de quatro meninos se rebela contra o sistema repressivo e as rígidas regras de um colégio interno francês em um dia festivo. Um verdadeiro ato de rebelião é instaurado na escola, e ganha ares de surrealidade, resultado das leituras libertárias da infância. Os quatro diabinhos (subtítulo do filme: Diabinhos na Escola) acabam sendo bem sucedidos na rebelião e depois triunfam em um telhado, parecendo prontos a alçar voo.

Fonte: Adorocinema
The Internet Movie Database: IMDB - NOTA IMDB: 7.5


ANÁLISE

O professor Huguet começa o filme dormindo em sono profundo e termina saudando a revolta dos alunos. Personagem axial onde se encontram características dos dois grupos antagonistas que compõem o filme: a ideologia libertária dos alunos e a posição de professor dentro da hierarquia da escola. Sua metodologia liberal contrasta drasticamente com a postura da escola, mas mesmo assim não escapa da subversão dos alunos como fica demonstrado na cena do passeio pela rua, em que o professor é mostrado como disperso e ingênuo. Huguet fica então situado à esquerda do colégio e à direita dos alunos de tendências revoltosas.
Jean Vigo
A revolta, que por sinal é adotada por todos os alunos, se consagra não só perante os administradores da escola, mas diante de autoridades políticas e de familiares. Logo todas as esferas de poder, que existem dentro do universo dos alunos, são combatidas. O filme termina antes dos alunos serem capturados ou punidos o que consagra o sentimento de insurreição seguido de vitória. Este elogio à revolta começa no slow-motion do dormitório em que a milícia juvenil marcha sobre uma chuva de penas.
Zero de Conduta é sobre experiências escolares de crianças que vivem em uma escola que tem o sistema repressivo, essas crianças “libertárias” (e por que não dizer “endiabradas”?) realizam verdadeiros atos de rebelião – e por vezes vandalismo – com o intuito de mudar o método repressivo que lhe impõem os professores e gestores em geral. Pouco tempo após voltarem de férias as crianças se sentem presas e proibidas de tudo começa por aí, uma série de “ataques” contra essa repressão de uma forma puramente infantil é contada uma estoria que pode ser vista como revolucionária. O simples fato de não querer dormir na hora estipulada ou de tumultuar uma aula e atormentar os professores pode ser tido como uma reação, ou melhor, é sim tido como uma reação a um sistema impositivo: os garotos podem ser vistos como uma parcela da população que não está disposta a aceitar imposições (leia-se: uma parcela da população que não foi alienada).
Vigo mostra também certa capacidade de organização dos alunos não somente na organização do protesto, mas, por exemplo, na cena da rua mesmo com total liberdade os alunos voltam à companhia do professor, ou no refeitório em que um sorteio, uma faca é girada sobre a mesa e decide quem deve se servir primeiro. O deboche das autoridades contrasta com essa capacidade dos alunos: a dispersão do professor, a figura do diretor da escola, um anão e o professor pedófilo.
Continue lendo em ornitorrincocinefilo
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sábado, 21 de setembro de 2013

ZABRISKIE POINT - 1970

Zabriskie point, 1970
Legendado, Michelangelo Antonioni

Classificação: Excelente

Formato: AVI
Áudio: inglês
Legendas: português
Duração: 110 min.
Tamanho: 1,30 GB
Servidor: Mega (3 partes)

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SINOPSE
Zabriskie Point é um filme de Michelangelo Antonioni lançado em 1970 que mostra o movimento de contracultura dos EUA na época. O filme conta a história de um jovem casal — uma jovem secretária idealista e um militante radical — para passar uma mensagem "anti-establishment". O filme é assim chamado em lembrança do monumento natural Zabriskie Point, no Vale da Morte, na Califórnia, EUA.

Este filme culto teve como atores principais Mark Frechette e Daria Halprin, ambos sem experiência artística anterior. O cenário foi escrito por Antonioni, pelo amigo cineasta Franco Rossetti, pelo escritor de peças teatrais Sam Shepard, Tonino Guerra e Clare Peploe, esposa de Bernardo Bertolucci. O filme foi o segundo de uma série de três filmes em inglês que Antonioni filmou nos EUA, segundo um contrato com o produtor Carlo Ponti para ser distribuído pela MGM. Os outros dois filmes foram Blowup (1966) e The Passenger (1975).

A trilha sonora do filme, Zabriskie Point, apresenta canções de vários artistas, incluindo Pink Floyd, The Youngbloods, The Kaleidoscope, Jerry Garcia, Patti Page e Grateful Dead. Uma faixa dos Rolling Stones ("You Got the Silver") não apareceu no álbum da trilha sonora. As canções de Pink Floyd, Jerry Garcia e The Kaleidoscope foram escritas para o filme.

Fonte: filmow
The Internet Movie Database: IMDB - NOTA IMDB: 6.9

ANÁLISE
Apesar das críticas negativas, de exaltados ensaios sobre a atuação amadora da dupla de protagonistas, e do anuncio público de fracasso feito pela Metro-Goldwyn-Mayer – que havia contratado o talentoso cineasta italiano para dirigir três filmes para o estúdio – Zabriskie Point é um tratado sobre o movimento hippie, seus desdobramentos, e suas conseqüências na sociedade.
Michelangelo Antonioni
Configurado em cima do chamado cinema-verdade (cinéma-verité), Antonioni escalou o elenco com a maioria de atores amadores, a exemplo do casal principal, Mark Frechette e Daria Halprin. Frechette doou tudo que recebeu com o filme pra uma comunidade de Boston dedicada a astrologia, depois participou de alguns filmes b italianos e foi detido por assalto a banco. Na prisão, condenado há 15 anos, morreu de forma acidental. Daria, que foi descoberta por Michelangelo Antonioni num documentário underground chamado Revolution (1968), manteve uma relação rápida com Frechette após as filmagens, depois casou e divorciou-se do ator Dennis Hopper, com quem tem 1 filho. Afastou-se do cinema e hoje trabalha com terapia e educação pela arte.

Pelo menos numa cena os detratores da película foram unânimes em reconhecê-la como uma preciosidade psicodélica, é a orgia no deserto encenada pela companhia open theatre, onde vários casais nus fazem sexo cobertos de areia.

A narrativa mistura revolução juvenil, panteras negras, filosofia hippie, psicodelismo e capitalismo. Tudo isso passa pelo casal Mark e Daria (seus nomes reais foram utilizados nas personagens, mais um dogma do cinéma-verité). Mark participa do encontro dos estudantes, discute e sai da reunião. Mais tarde ele é visto, e suspeito de atirar num policial, durante o confronto com a policia na revolta estudantil. Daria trabalha na imobiliária Sunnydunes Enterprises. O encontro dos dois é carregado de lirismo e sub referências.

A sensacional trilha sonora psicodélica reúne os grandes nomes da música a época, Pink Floyd, The Grateful Dead, Patti Page, John Fahey e Kaleidoscope. Dizem que Antonioni deu vários palpites nas composições de Roger Waters. Falam também que o cineasta rejeitou a composição L’America de Jim Morrison do The Doors.

O hoje astro Harrison Ford teve suas cenas excluídas na sala de montagem, mas fãs do ator perceberam que na cena da cadeia é possível vê-lo encostado na parede preta perto da porta. O final imaginado por Michelangelo Antonioni era num avião que escreveria a frase no céu, “FUCK YOU, AMERICA”, mas obviamente o presidente da MGM vetou. Ficou o recado.
Análise retirada do site museudocinema