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quinta-feira, 8 de agosto de 2019

TRABALHO INTERNO - 2010

Inside job, 2010
Legendado, Charles Ferguson
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Formato: MP4
Áudio: inglês
Legendas: português
Duração: 1h 49 min.
Tamanho: 1,8 GB
Servidor: ulozto (parte única)

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SINOPSE
“Trabalho Interno” analisa de forma pormenorizada (e em alguns momentos de forma árida) a gênese do desenvolvimento da crise financeira em escala global e que custou ao mundo um prejuízo de 20 trilhões de dólares. O documentário não se limita a fazer críticas conjunturais: dá os nomes de diretores, executivos e empresas (de seguros, bancos de investimentos etc.). Descreve a ficha completa de cada nome e a engenharia financeira irresponsável que torrou dinheiro público e fez poucos ficarem milionários com a explosão da “bolha” financeira.
 
Fonte: cinegnose



IMDb Rating          8.2




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quarta-feira, 7 de agosto de 2019

GET ME ROGER STONE - 2017

Get me Roger Stone, 2017
Legendado, Daniel DiMauro, Dylan Bank, Morgan Pehme
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Formato: MP4
Áudio: inglês
Legendas: português
Duração: 1h 32 min.
Tamanho: 1,74 GB
Servidor: ulozto (parte única)

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SINOPSE
O mundo ficou chocado com a ascensão de Donald Trump, mas um homem vem planejando isso há anos: Roger Stone. Get Me Roger Stone é um mergulho profundo na mente do mestre da manipulação e oferece uma perspectiva nua e crua da transformação da política norte-americana.
 
Fonte: Filmow



IMDb Rating          7.4




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terça-feira, 6 de agosto de 2019

DEMOCRACIA EM VERTIGEM - 2019

Democracia em vertigem, 2019
Petra Costa
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Formato: avi
Áudio: português
Legendas: português
Duração: 2h 01 min.
Tamanho: 2,3 GB
Servidor: Uptobox (parte única)

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SINOPSE
Dia de 19 de junho, a Netflix disponibilizou em sua plataforma o excelente documentário de Petra Costa, Democracia em Vertigem. A proposta da diretora é narrar de forma intimista, interseccionando sua vida e a vida política e institucional de nossa nação, o que seria, segundo a mesma, a vertigem e a queda livre de uma frágil democracia.
 



IMDb Rating          7.4




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sábado, 3 de agosto de 2019

TOKYO! - 2008

Tokyo!, 2008
Legendado, Michel Gondry, Leos Carax e Bong Joon-ho
Imagem relacionada 

Formato: avi
Áudio: japonês, francês e inglês
Legendas: português
Duração: 1h 52 min.
Tamanho: 693 GB
Servidor: Uptobox (parte única)

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SINOPSE
Três diretores visionários – Michel Gondry, Leos Carax e Bong Joon-ho –, três visões sobre Tóquio. Em “Interior Design”: um jovem casal tenta se adaptar à cidade de Tóquio. “Merde” traz uma misteriosa criatura que espalha pânico nas ruas de Tóquio com seu comportamento perturbador e destrutivo. E “Shaking Tokyo”: Por mais de 10 anos, ele tem sido um hikikomori, vivendo isolado no seu apartamento. Quando uma jovem entregadora de pizza desmaia em sua casa durante um terremoto, o impensável acontece: ele se apaixona.




IMDb Rating          7.1




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terça-feira, 30 de julho de 2019

AMOR À FLOR DA PELE - 2000

Fa yeung nin wa, 2000
Legendado, Kar-Wai Wong
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Formato: avi
Áudio: cantonês, shangainês, espanhol e francês
Legendas: português
Duração: 1h 38 min.
Tamanho: 643 MB
Servidor: Uptobox (parte única)

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SINOPSE
"Viver essa vida é mais um lembrar-se indireto
dela do que um viver direto. Parece uma
convalescença macia de algo que no entanto
poderia ter sido absolutamente terrível"

Clarice Lispector, Água Viva

Amor à Flor da Pele é estupendo. Esse que muitos críticos têm considerado o melhor trabalho de Wong Kar-wai é, talvez, o mais belo filme do ano. Um dos mais proeminentes diretores de Hong Kong, Wong conseguir criar uma obra delicada e arrebatadora, em que mais uma vez faz, de maneira exemplar, o universal emergir do particular.
Hong Kong, 1962: época de mudanças – a Revolução Cultural na China mexeu com a vida de muitas famílias (a de Wong, por exemplo, saiu de Xangai nesse período), e o inchaço populacional combinado à situação econômica do lugar fez com que muitas pessoas precisassem alugar quartos em casas de outrem. E é justamente em torno de dois casais que sublocam quartos em apartamentos vizinhos que é construído Amor à Flor da Pele: um love affair entre dois dos cônjuges acaba por aproximar as partes traídas, no caso a sra Chan (Maggie Cheung, divina), uma secretária, e o sr Chow Mo-wan (Tony Leung, maravilhoso), um jornalista.
A atmosfera que paira sobre os lugares que eles freqüentam já é um bocado concupiscente, e isso se nos aparece nas relações que travam em seus empregos: Su Li-zhen (a sra Chan) ajuda o chefe a driblar a esposa para que este consiga se encontrar com a amante (em um momento, inclusive, quando encarregada de comprar presentes para ambas, diz que podem ser a mesma coisa, já que não faz mesmo diferença – triste ironia, pois que são exatamente duas bolsas iguais o motivo que a faz ter certeza da traição do marido); o maior amigo do sr Chow, Ping, por sua vez, arma planos mirabolantes para conseguir se encontrar com uma mulher casada e é capaz de dar calote em um lupanar.
Su Li-zhen e Mo-wan começam a travar contato por causa de sua desconfiança: o homem convida a bela vizinha para um café de modo a tentar descobrir algo e eles, juntos, acabam por ter certeza de que estão sendo traídos. A partir daí, desde que os amantes estão viajando, os dois começam a passar cada vez mais tempo juntos e o que era formalidade acaba dando lugar a sentimentos profundos porém contidos: "Não seremos iguais a eles" diz a sra Chan em determinado momento ao sr Chow, claramente refreando seu amor por não querer repetir os atos de seu marido.

Fonte: Contracampo



IMDb Rating          8.1




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domingo, 28 de julho de 2019

ANJOS CAÍDOS - 1995

Do lok tin si, 1995
Legendado, Wong Kar-wai
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Formato: avi
Áudio: Min Nan, inglês, mandarim, cantonês, japonês
Legendas: português
Duração: 1h 39 min.
Tamanho: 691 MB
Servidor: Uptobox (parte única)

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SINOPSE

"A estrada não é longa. Sei que logo descerei da moto. Mas estou sentindo tanto calor agora...", narra uma das personagens principais ao fim de Anjos Caídos, quinto filme de longa-metragem de Wong Kar-wai. Essa fala, contudo, pode ser a chave para a compreensão de toda a sua obra, baseada no instante, no elemento fugaz do tempo, da impossibilidade de permanência de qualquer coisa. Não por acaso, os fins são sempre recorrentes em seus filmes: os fins de relacionamento, as mortes, as viagens... tudo que denota movimento. E uma tal visão de mundo pede obrigatoriamente essa estética apressada, artificial, da beleza superficial, que já foi tantas vezes interpretada como esteticismo vazio por vários críticos. O cinema de Wong repousa, ao contrário, numa lógica da incompletude (o que é muito diferente de vazio), numa forte tentativa de agarrar o mundo com os pés, ou de tentar prender um pouco d'água com as mãos. Tudo sempre no fim escapa.
A imagem mais recorrente do filme também explica muito da arte de seu diretor. É uma imagem de exterior, feita a poucos metros da casa de um dos personagens. Do lado esquerdo da tela, vemos a janela de um quarto (um quarto onde não se realiza um amor desejado); do lado direito, a vista da janela, que dá para um trem bala que, do alto, atravessa a cidade, a toda velocidade. Os personagens de Wong são como esse trem-bala; só que a cidade eles têm que cruzar por baixo, e é isso que causa todos os problemas. Eles não têm começo nem fim, estão sempre em pleno momento, obrigados a viverem nele, desgarrados obrigatoriamente de qualquer raiz ou fim a alcançar. É o sentimento de toda uma geração da qual Wong Kar-wai é o único representante no atual cenário do cinema contemporâneo.
Anjos Caídos se estrutura a partir da vida de quatro personagens, que compartilham suas emoções com os espectadores através de uma voz off que isenta Wong de realizar imagens naturalistas. Sim, não estamos no terreno do verossímil – não, pelo menos, no verossímil comum dos filmes de ficção. O diretor se dá uma liberdade (ajudado pela hábil mão de Christopher Doyle, diretor de fotografia) que poucos cineastas podem se dar; usa filtros estranhos, películas de outra sensibilidade, fast-forwards, câmara lenta, luz estourada, vídeo, etc. A fugacidade dos personagens é acompanhada pela fugacidade das imagens. O filme se abre com a apresentação do personagem de Leon Lau, um matador de aluguel que gosta de ter essa profissão porque ele não precisa fazer decisão alguma. Ele tem uma espécie de secretária/administradora (interpretada pela ex-miss Michelle Reis) que, apesar de trabalhar com ele por exatos 155 dias, só o viu uma vez ou duas. Num outro canto da cidade de Hong Kong, Ho, um jovem desempregado (Takeshi Kaneshiro), que ficara mudo ao comer um abacaxi enlatado que havia passado da validade, arromba a porta de lojas à noite para dar uma de vendedor. Ele acaba encontrando (e se apaixonando) em uma de suas perambulações uma mulher que vive ao telefone xingando uma tal loura que teria lhe roubado o namorado. E é uma loura – coincidência? –, histérica e espevitada, que acaba conhecendo e tendo um caso com o personagem do matador. São essas quatro figuras os anjos caídos que nos revelam as suas intimidades através dessas vozes off que estruturam a narrativa do filme.

Fonte: Contracampo



IMDb Rating          7.7




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sexta-feira, 26 de julho de 2019

DIAS SELVAGENS - 1990

Ah Fei Zing Zyun, 1990
Legendado, Wong Kar-wai
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Formato: avi
Áudio: cantonês, xangainês, filipino, inglês e mandarim
Legendas: português
Duração: 1h 34 min.
Tamanho: 1,13 GB
Servidor: Uptobox (parte única)

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SINOPSE
Como é de comum nos filmes de Kar Wai, a história se passa em Hong Kong, na década de 1960. O filme nos traz algumas tramas individuais aparentemente desconexas, que se cruzarão com o tempo, todas elas direcionadas para o mesmo objetivo: a busca pelo amor. No paraíso alienado e isolado de suas personagens, o diretor acompanha o surgimento e a desilusão das relações amorosas, fraternas ou familiares.
Como principal integrante da “Nouvelle Vague de Hong Kong” (segundo definição do pesquisador Ackbar Abbas, 1997), Kar Wai faz valer o teor comercial dessa “nova onda”, produzindo filmes profundos e experimentais, possíveis de serem amplamente distribuídos. Em Dias Selvagens, a inspiração vinda da escola francesa aliou-se a um estilo próprio de “cinema transnacional” de Hong Kong e resultou em um produto que não pode ser classificado como obra-prima, mas que já anunciava o surgimento de um dos mais originais realizadores da última década do século XX. O uso pontual da música, o virtuosismo fotográfico, as muitas elipses narrativas mais uma rigorosa edição em continuidade dão ao filme todos os elementos que seriam aprimorados pelo diretor a partir de então.

Fonte: Planocritico



IMDb Rating          7.6




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