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sábado, 7 de dezembro de 2013

SHUFFLE - 1981

Shuffle, 1981
Sogo Ishii

Formato: AVI
Aúdio: Japonês
Legenda: Português
Duração: 32 min.
Tamanho: 590 Mb
Servidor: Mega

SINOPSE
Uma perseguição. Um amor renegado. Um acerto de contas inadiável. Uma pérola do cyberpunk embalado pelo punk rock.
Fonte: Cineflux

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

ENCONTROS E DESENCONTROS - 2003


Lost in translation, 2003, 
Legendado, Sofia Coppola



Formato: MKV (720p)
Áudio: Inglês
Legendas: Português
Duração: 101 minutos
Tamanho: 697 Mb
Servidor: Mega (4 Partes)


Links:

Parte 1
Parte 2
Parte 3
Parte 4



Sinopse:

Bob Harris é um ator de sucesso, e bem que podia estar representando Shakespeare em algum teatro pelo mundo e sendo feliz. Em vez disso, ele está em Tóquio para gravar um comercial de uísque que vai colaborar bastante com sua conta bancária. A diferença de fuso horário deixa Bob totalmente confuso, e ele não consegue pegar no sono quando devia, passando as noites no bar do luxuoso hotel onde se hospeda. Pelo menos ele tem companhia: a jovem Charlotte, que veio ao Japão com seu marido, um fotógrafo workaholic que a deixa sozinha o tempo todo e parece estar mais à vontade com celebridades que com a própria mulher.
Fonte: Cineplayers

Análise: 
(Contém Spoilers)

É difícil colocar em alguma categoria este badalado filme da filha de Francis Ford Coppola, Sofia Coppola. Não chega a ser drama, nem romance e muito menos comédia, é um meio termo de tudo isso o que pode desagradar aqueles que estão acostumados com flmes mais óbvios. A jovem cineasta que estreou com o também cultuado 'As Virgens Suicidas' já demonstra uma mão muito boa para dirigir e um talento inegável. Tomara que este seja o começa de uma carreira muito frutífera.


Encontros e Desencontros aborda alguns dias na vida de dois personagens em Tókio. Billi Murray faz o papel de um amargurado e decadente ator de fitas de ação famosas no passado que vai até o Japão para fazer alguns comerciais de wihsky. Scarlett Johansson vive a jovem deprimida Charlotte que está acompanhando seu marido fotógrafo. Estes dois seres se encontram no bar do hotel e logo descobrem que ambos sofrem de forte insônia devido ao fuso horário. Mas tire o cavalinho da chuva se você pensa que um romance vai surgir a partir deste momento. Sofia não apela para este tipo de sentimentalismo barato. Na verdade o que surge é uma empatia mútua mas mal conversam entre eles. As situações mostradas são corriqueiras não há nada de excepcional ou radical e é ai que está o bom gosto da diretora. 


Quem já foi a um país em que não se entende nada do que se fala vai se identificar com muitas cenas. Não há legenda das falas em japonês e nós os expectadores nos sentimos exatamente como os personagens, perdidos. Não é a toa que o nome original é Lost In Translation (algo como Perdido na Tradução). Há uma cena bastante engraçada em que Murray está fazendo o comercial para o tal Wishky, o diretor lhe dá um monte de instruções mas a tradutora diz apenas "olhe para a camera e diga o texto". Aliás Murray está perfeito no papel, contido, mas ao mesmo tempo completamente imbutido no personagem. 

Algumas cenas são um pouco longas demais como a do Karaokê, que é longuíssima e quase uma tortura já que ninguém sabe cantar bem. Mas isso não compromete a fita, que vai agradar pessoas que buscam sensibilidade na sétima arte.

Fonte: Cinepop














domingo, 5 de fevereiro de 2012

TETSUO - THE IRON MAN - 1989

Tetsuo - The iron man, 1989
Legendado, ShinyaTsukamoto
Classificação: Bom

Formato: AVI
Áudio: japonês
Duração: 67 min.
Tamanho: 700 MB
Servidor: Mediafire (4 partes)


LINKS

SINOPSE
Tetsuo é um filme cyberpunk que mostra a interseção do homem e uma tecnologia pós-industrial acompanhada por um show por parte da trilha sonora e efeitos. Realizado em preto e branco, o que ainda mais acentua o lado obscuro e alucinatório de toda a narrativa, o enredo começa com um punk sendo atropelado por um motorista que se põe em fuga. Gravemente ferido, o jovem punk reconstrói o seu corpo mutilado com pedaços de metal, tornando-se um bizarro Robopunk. Apartir daí o contágio metálico só tende a aumentar e dispersar pela cidade. 

The Internet Movie Database: IMDB


ANÁLISE
Desde meados da década de 1980, o canadense David Cronenberg já provara que sua obsessão pela paranóia da mutação genética descontrolada –sacramentada com a excelente refilmagem de A Mosca da Cabeça Branca, em 1986- poderia render inúmeros descendentes, fossem ou não de qualidade. O que o japonês Shinya Tsukamoto fez com este excepcional Tetsuo-The Iron Man, foi levar ao extremo a lição do mestre, com uma bizarra narrativa de cunho existencialista tratada esteticamente dentro dos arrojados princípios do Cinema Experimental.
ShinyaTsukamoto

Filmado em preto-e-branco e praticamente mudo, Tetsuo lança ao espectador o desafio de assimilar uma colagem aleatória de episódios aparentemente desconexos, mas que ao final da exibição –durante o diálogo entre o personagem central e seu inimigo- pulveriza qualquer dúvida provocada pelo hermetismo da fita. Depois de sofrer um corte com barbeador elétrico numa manhã como outra qualquer, Tetsuo é contaminado pelo metal do aparelho, passando a ver brotar de si uma monstruosa profusão de peças, parafusos, cabos e engrenagens que rompem-lhe vísceras e músculos até a deformidade completa. Participam do drama, a namorada do protagonista e o já citado inimigo misterioso, vítima também de acidente com objeto enferrujado.

Óbvio que Tsukamoto soube aproveitar elementos da Ficção-Científica tratada em quadrinhos como Akira e explícita no descontrole físico da mutação sofrida por seu pesonagem; trabalhada com apuro, a banda sonora de ruídos metálicos torna as seqüências de maior impacto ainda mais dramáticas. Nesse aspecto, a interação de Tetsuo com a própria mecanização do mundo –e isto pode ser creditado ao processo de incessante crescimento tecnológico do Japão- leva o personagem a, paradoxalmente, irmanar-se ao próprio horror de ser obrigado a suportar o que lhe ocorre, independente de desejar ou não continuar a viver naquele microcosmo de psicose e estranhamento.
Logo foge-lhe ao controle a sexualidade, abruptamente despertada, quando a companheira provoca-lhe excitação sob a forma de uma descomunal broca que surge-lhe do púbis. Tetsuo passa a colecionar reminiscências a esmo, como a tentar recobrar alguma coerência em meio ao caos que não lhe permite concatenar idéias ou esboçar alguma reação racional. Seu corpo, então totalmente tomado por uma azáfama de metal retorcido, é terrível metáfora da resistência ao invasor representado pela “normalidade” do mundo externo.

De ritmo acelerado ao correr da metragem, Tetsuo-The Iron Man é francamente oposto à contemplação dos filmes de Cronenberg ou David Lynch, requinte reservado às fases iniciais de ambos os realizadores. Enfrentando o caminho da ruptura de conceitos, Shinya Tsukamoto deu as costas ao conformismo da Crítica, só usufruindo da admiração do restritíssimo público underground que tornaria o filme cada vez mais cultuado. 

Análise retirada do site Fatorrh











































































































































quinta-feira, 24 de março de 2011

DARK WATER - 2002


"Dark Water" é um filme de fantasmas dirigido por Hideo Nakata (o mesmo de "Ringu"). Não apresenta reviravoltas, nem efeitos especiais de última geração ou violência explícita. "Dark Water" é uma obra precisa, cujo suspense e terror psicológico envolvem o expectador numa crescente que culmina numa sequência mórbida (e pessimista, diga-se de passagem).
"Dark Water" é um filme de horror único, obra máxima do cinema de horror moderno que merece ser reconhecido nos países do ocidente. - casadohorror



Um drama sobrenatural como só o cinema oriental pode fazer

“Dark Water” é um filmaço que não pode, nem deve, ser encarado apenas como um "filme de terror". Interessa menos o fantasma da história e mais a forma como os acontecimentos sobrenaturais repercutem na vida dos seus personagens. Brilha em “Dark Water” a técnica do cineasta Hideo Nakata, um dos mais talentosos diretores do moderno cinema de horror.

Num universo de filmes apelativos, que não poupam imagens e cenas de forte impacto na tentativa de assustar o espectador de qualquer jeito, “Dark Water” é algo no mínimo fantástico. A interação entre os atores, principalmente Hitomi (Yoshimi) e Rio (Ikuko), é fantástica. Quase acreditamos que as duas são realmente mãe e filha, tal a simpatia e o envolvimento entre ambas. A música e os efeitos sonoros também são uma beleza, intensificando os momentos de emoção e de tensão, telegrafando ao espectador quando vem um susto pela frente, deixando-o sempre na ponta da cadeira e esperando pelo pior!

Fã assumido de filmes de horror ocidentais, Hideo Nakata costuma prestar homenagens às suas produções preferidas nos próprios filmes. Em RINGU, a citação mais evidente era ao clássico VIDEODROME, de David Cronenberg, na famosa cena envolvendo Sadako (Samara no remake americano) e um aparelho de TV. Já em “Dark Water” temos um fantástico momento que cita O ILUMINADO, de Stanley Kubrick, quando as portas do elevador do prédio se abrem para liberar uma cachoeira - desta vez de água suja, e não de sangue, como na obra-prima de Kubrick. A homenagem é muito bem-vinda e acaba se tornando uma das melhores cenas de “Dark Water”.

“Dark Water” pode até não ser o melhor filme de horror de todos os tempos, nem mesmo o mais assustador. Mas, com certeza absoluta, é cinema da melhor qualidade, do tipo que não se faz mais nestes tempos interesseiros, onde só o que parece importante são os números da bilheteria... Enfim, uma pequena obra-prima que ainda consegue te convencer a ter medo de coisas tão simples como uma mancha de umidade e uma pequena bolsa infantil. Assista e se apaixone! - Felipe M.Guerra, boca do inferno, matéria completa aqui



DARK WATER - 2002

Título Original: Honogurai mizu no soko kara
Título em inglês: Dark Water
Direção: Hideo Nakata
Produção: Takashige Ichise
Roteiro: Ken'ichi Suzuki, Yoshihiro Nakamura, Hideo Nakata, baseado em conto de Kôji Suzuki
Gênero: Drama/ Terror/ Mistério/ Thriller
Origem: Japão
Ano: 2002
Música: Kenji Kawai, Shikao Suga
Fotografia: Jun'ichirô Hayashi
http://www.imdb.com/title/tt0308379/ - 7.0/10


Sinopse:

Yoshimi atravessa um momento de crise, um penoso processo de divórcio no qual corre o risco de perder a custódia da filha Ikuko. Para comprovar que tem condições de ficar com a filha precisa arranjar uma residência o mais rápido possível, o que a leva a um bloco de apartamentos antigo e decadente. Após se instalarem no novo lar, descobrem a existência de infiltrações de água a partir do teto. Enquanto tenta convencer os responsáveis pelo condomínio a resolverem o problema, uma estranha presença começa a fazer-se notar no edifício quase desabitado.

“Dark Water” é uma produção japonesa assinada pelo mesmo realizador do estrondoso sucesso “Ringu” (O Chamado, The Ring, na versão americana) - o diretor e roteirista Hideo Nakata, novamente baseado num livro de Kôji Suzuki, autor de Ringu e apelidado de "Stephen King nipônico". Trata-se do conto “Floating Water” da antologia de horror “Honogurai mizu no soko kara”, o mesmo nome dado ao filme. O remake americano de “Dark Water”, batizado “Água Negra” no Brasil, teve a direção de Walter Salles.


Elenco:

Hitomi Kuroki - Yoshimi Matsubara
Rio Kanno - Ikuko Matsubara, com 6 anos
Mirei Oguchi - Mitsuko Kawai
Asami Mizukawa - Ikuko Hamada, com 16 anos
Fumiyo Kohinata - Kunio Hamada
Yu Tokui – Ohta, corretor imobiliário
Isao Yatsu - Kamiya, o zelador
Shigemitsu Ogi - Kishida, o advogado
Yukiko Ikari – Yoshimi criança
Shinji Nomura - Mediador
Kiriko Shimizu - Mediador
Tôru Shinagawa – Diretor do jardim de infância


Informações do Arquivo:

Formato: AVI
Qualidade: DVDRip
Áudio: Japonês
Legendas: Português/BR
Duração: 101 min
Cor
Tamanho: 699 MB em 3 partes

DOWNLOAD:

http://www.megaupload.com/?d=VMV4DSOQ
http://www.megaupload.com/?d=RMXMDGQE
http://www.megaupload.com/?d=YC82A8S6

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