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segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

CIDADÃO KANE - 1941

Citizen Kane, 1941
Legendado, Orson Welles

Classificação: Excelente

Formato: AVI
Áudio: inglês
Duração: 119 min.
Tamanho: 685 MB
Servidor: Mediafire (4 partes)

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SINOPSE

Cidadão Kane, por Erich von Stroheim
A crítica de Cidadão Kane, escrita por Erich von Stroheim, será reproduzida a seguir em sua íntegra e sem quaisquer correções. Foi publicada pela primeira vez em um periódico sobre artes intitulado "DECISION: a review of free culture," fundado e editado por Klaus Mann, como parte de uma reação à ocupação de uma grande extensão do território europeu pelos nazistas. A crítica apareceu no Volume 1, Número 6, Junho de 1941, pag. 91-93; a publicaçào durou apenas onze edições. Foi por mim obtida através de imagens digitais de suas páginas, enviadas por um negociante de periódicos raros que achou que ela seria de meu interesse. Richard Koszarski, um especialista em Erich von Stroheim, me escreveu dizendo que "ela é bastante ilustrativa e que ele havia escrito um outro artigo para a mesma publicação sobre a censura no cinema; mas ambos os ensaios seriam acima de tudo sobre ele próprio." Por considerá-lo um texto de muito difícil acesso, coloco-a então disponível aqui.(Fred Camper)

* * * 
Esta talvez seja a primeira crítica sobre um filme escrita por um cineasta que, coincidentemente, também em sua época – assim como Orson Welles – exerceu as funções consideradas como a "Santíssima Trindade." Em nosso caso, a "trindade" significa que as funções de roteirista, diretor e astro são combinadas em uma única pessoa. O homem que executa estes três ofícios tem, em todos os casos, um trabalho gigantesco em suas mãos e que só pode ser devidamente avaliado por alguém que tenha tentado fazer o mesmo. De fato, Orson Welles ainda me superou em um aspecto, pois foi também o produtor. E o produtor Welles permitiu sem reclamar que o diretor Welles executasse o que o roteirista Welles planejou fazer. E o diretor Welles deixou que o ator Welles atuasse como bem desejasse.
Uma vez que o homem que exerce a "Santíssima Trindade" recebe os aplausos praticamente sozinho – pressupondo que o produto final possua os seus méritos –, da mesma forma somente ele leva a culpa caso um ou mais de seus empreendimentos não alcancem os resultados desejados.

Orson Welles - (1915 - 1985)

No caso de Cidadão Kane, Welles deve levar a culpa pelas deficiências da "história" e Herman G. Mankiewicz pode também receber uma boa parte dessa culpa. Se Mankiewicz escreveu o roteiro original, como afirma o material de publicidade, então Welles é culpado por não exigir alterações e a inclusão de sequências suplementares, assim como a supressão de momentos repetitivos. Caso suas objeções não tenham sido aceitas, ele merece a culpa por não haver insistido nessas mudanças. O release publicitário conta que Welles rodou o filme sem um script durante uma semana ou pouco mais. Um diretor não pode trabalhar desta forma por mais tempo e isso talvez tenha relação com as evidentes falhas de continuidade.
Criticar um filme é indiscutivelmente uma tarefa árdua. De um modo geral, a maioria dos críticos simplesmente declaram sua opinião a respeito do filme ser bom, ruim ou mediano, mas não possuem um conhecimento específico sobre o que torna um filme bom ou mau. Pode ser que o roteiro ou apenas a continuidade apresentem erros. Pode ser a direção ou as atuações. Muitas vezes o diretor leva a culpa por um mau roteiro ou continuidade, embora ele nada tivesse a ver com estes, tendo feito o melhor possível com o material que chegou às suas mãos. Atores são responsabilizados por uma performance insatisfatória quando de fato fizeram apenas aquilo que foram orientados pelo diretor. Embora Welles tenha exercido ele mesmo todas estas funções, ao criticarmos seu trabalho devemos apontar de forma específica onde ele falhou.


Eu devo começar (ao contrário da técnica utilizada por Welles) pelo princípio, com um elemento básico de um filme – o argumento. E muito há que ser criticado no argumento de Cidadão Kane. Este não possui grandeza ou vitalidade suficientes para justificar o tremendo volume de trabalho, tempo e dinheiro a ele dispensados, e que podem ser reconhecidos mesmo por um leigo. É apenar mais uma história sobre um homem super-ambicioso; nesse caso em particular, um editor de jornais, que casualmente aspira tornar-se governador. Um homem que construiu um vasto império jornalístico apenas para vê-lo desmantelar-se. Um homem que coleciona toda sorte de objetos provenientes dos quatro cantos do mundo, mas não manifesta o menor interesse pelas coisas que coleciona. Um homem que deixa sua esposa e filho apenas para, no fim das contas, ser abandonado pela mulher pela qual os deixou. De certo modo, no início ele ainda possui seus ideais, mas não tem o caráter necessário para mantê-los ao longo da vida. O cidadão Kane se importa realmente com três coisas apenas: Kane, KANE e K A N E!
Não há nada de particularmente novo em tudo isso. Aconteceu milhares de vezes na vida real e foi assunto de inúmeros filmes. E o mesmo erro dos filmes anteriores se repetiu. Uma análise detalhada e microscópica do coração e da alma de Kane ficou esquecida.
Nenhum homem é tão completamente egoísta e inflexível de forma que não possamos encontrar um traço redentor em suas motivações, atitudes e reações. Exceto pelo incidente singularmente belo de “Rosebud”, o nome do trenó que possuia em sua infância e que ele balbucia antes de morrer, não existe no filme um detalhe que tenda a fazer de Kane uma figura humana e digna de compreensão. Para tornar a ambição insaciável de um homem, seu egoísmo cruel e sua rudeza compreensíveis e interessantes, deveria ser apresentada uma motivação visível para que ele houvesse se transformado nesse monstro.


A bem da verdade, durante os primeiros vinte minutos do filme, eu, que estou há trinta anos no negócio de fazer cinema, não connseguia saber sobre o que ele se tratava. Eu posso ser tapado, mas conversei com pelo menos cinquenta pessoas que, de forma mais ou menos articulada, descreveram ter passado pela mesma experiência. Eu posso ser hiper-conservador ou puramente saudosista, mas acredito sinceramente que a forma pela qual a história de Cidadão Kane é contada não é a maneira mais desejável ou bem-sucedida de se narrar uma história em cinema. Todos nós estamos acostumados a ouvir e ver uma história a partir de seu princípio. A maneira como Welles conta sua história pode ter seu lugar na literatura ou no palco, mas estou convencido que, em cinema, encontra-se totalmente deslocada.
É claro que eu compreendo que, tendo sido Kane um editor de jornais, Welles tratou sua morte através de um ângulo jornalístico, usando flashes curtos e fragmentados. Não faço objeção a isso, mas sim ao fato do filme começar com a morte de Kane. Longe de mim querer reescrever o roteiro, mas acredito que este pudesse ter sido organizado de forma que a morte de Kane pudesse ser apresentada da maneira tradicional – no final. O sacrifício da simplicidade em prol da excentricidade rouba do filme seu valor de entretenimento comum. Além das críticas sobre as limitações do argumento e as opções radicais na forma de contá-lo, nada tenho a fazer senão cantar os mais altos louvores pelo filme. A produção como um todo pode somente ser classificada como soberba. A direção – posso dizer aqui que apenas os iniciados irão um dia entender o quanto de trabalho e responsabilidade estão implícitos no termo “direção” – é simplesmente genial; exceto por permitir que Erskin Sandford se pareça com um personagem de Dickens.


Além do próprio Welles, os méritos na atuação vão para Everest Sloane como "Bernstein", magnífico em sua simplicidade humana, Joseph Cotton como "Jedediah Leland" está excelente, exceto pelo “bigode” branco que o maquiador se permitiu grudar em seu lábio superior durante a sequência do sanatório. Ele mais parece um sargento de artilharia num retiro para soldados veteranos do que o idealista que deveria estar sendo retratado. Ruth Warrick, como a esposa, tem uma atuação digna de tal, de forma a justificar de algum modo o fato de seu marido abandoná-la. Dorothy Comingore como a namorada “cantora” está muito bem em diversas cenas, bastante tocante em sua vulgaridade. O resto do elenco, todos intérpretes da companhia Mercury, os quais eu nunca havia visto antes na tela, têm interpretações esplêndidas. A cenografia de Van Nest Polglase nunca desvia a atenção. Os cenários do castelo são magníficos, e tão realistas que por vezes me perguntei se estes haviam sido realmente construídos para o filme ou se o castelo de Hearst, em Saint Simon, havia sido utilizado de fato. A iluminação e a fotografia merecem os maiores elogios. Elas provam uma velha opinião minha sobre o fato de que, mesmo em filmes sonoros, podemos fazer uso de uma fotografia bonita e artística, que complementa e acentua a narrativa, o que desde o advento do cinema sonoro vem sendo tão vergonhosamente negligenciado. Naturalmente existem alguns ignorantes (incluindo alguns críticos de cinema) que classificaram a fotografia como sombria e assustadora. O problema é que eles vem sendo tão empanturrados de fotografia medíocre desde o fim do cinema mudo que passaram a acreditar que a fotografia precisa ser medíocre. Tiro meu chapéu com a maior reverência para Gregg Toland and Vernon L. Walker, A.S.C. O som neste filme é aquilo que o som deveria ser.
O “veneno” que Louella Parsons destilou por todo o país sobre o fato de que Cidadão Kane seria supostamente uma biografia mais ou menos autêntica do cidadão William Randolf Hearst e sua suposta objeção à exibição do filme, a suposta tentativa de alguns produtores de Hollywood arecadarem vastas somas em dinheiro para cobrir os gastos da R.K.O. para que a companhia declinasse em lançar o filme, as supostas objeções levantadas e as restrições impostas pelo código Hayes... para mim tudo isso parece decididamente “suspeito”. E mais, eu e muitas outras pessoas com quem conversei acreditamos que esta foi uma campanha promocional bastante esperta, saída da mente fértil do cidadão Welles, que, na minha opinião, seria um diretor de publicidade tão talentoso quanto o diretor de cinema que ele provou ser com este filme. Qualquer que seja a verdade a seu respeito, Cidadão Kane é um grande filme que permanecerá ao longo da história do cinema. Mais poder para Welles!
Erich von Stroheim
Tradução de Gilberto Silva Jr.



Análise retirada do site contrcampo
The Internet Movie Database: IMDB




























































































































































domingo, 22 de janeiro de 2012

MARILENA DA P7 - 2006

Marilena from P7 - 2006
Legendado, Cristian Nemescu 

Classificação: Excelente


Formato: AVI
Áudio: romeno
Legendas: Pt-Br
Duração: 45 min.
Tamanho: 505 MB
Servidor: Mediafire (3 partes)

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SINOPSE
Andrei, adolescente de 13 anos, que vive nos subúrbios de Bucareste, trama um plano para impressionar Marilena, uma prostituta pela qual ele é apaixonado. "Marilena da P7 imerge no Universo das emoções da juventude. É um estudo – às vezes pequeno às vezes grande – das razões que nos fazem mudar de crianças para adolescentes. A história se passa nos "excêntricos" subúrbios de Bucareste, repleto de pessoas com autênticas características.
Além de contar uma história o filme também exibe a Bucareste do começo do século XXI, com poucas intervenções nos espaços filmados. A câmera portátil ofereceu a oportunidade de captar detalhes genuínos de Bucareste, reforçando o caráter "documentário" da obra.

The Internet Movie Database: IMDB
















































































sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

FAHRENHEIT 451 - 1966

FAHRENHEIT 451, 1966
Legendado, François Truffaut
Classificação: Excelente

Formato: AVI
Áudio: francês
Duração: 112 min.
Tamanho: 700 MB
Servidor: Mediafire (4 partes)

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SINOPSE
Logo no começo de Fahrenheit 451, os créditos de abertura estão lá, mas não os lemos. Um narrador nos informa a ficha completa da equipe, atores, técnicos, diretor, sob imagens coloridas de diversas antenas de tevê espalhadas pelos telhados da cidade. Ali já sabemos que Truffaut quer colar a experiência de seu filme àquela mesma vivida no universo interior da narrativa, e se os personagens deste mundo futurista não podem ter acesso a qualquer tipo de material escrito, também o filme não o terá. Mais do que uma esperteza do diretor (o que não seria uma exceção, pois várias delas estão espalhadas por aqui), esta seqüência de créditos dará o tom da aproximação pretendida a essa história, na época já “mundialmente famosa” através do best-seller de Ray Bradbury. Interessa aqui menos uma fidelização ao relato original, onde acompanhamos o tormento de um agente da repressão que se vê envolvido com o próprio objeto que deveria combater, e mais a captura desta certa atmosfera atormentada que o trajeto do personagem criaria em torno de si. Não é à toa que este mesmo trajeto sofrerá uma alteração fundamental na relação entre livro e adaptação cinematográfica. Se com Bradbury já estaremos desde o começo instalados na perturbação de Guy Montag, ainda sem muitas razões mas claramente apontando para uma grande revolução pessoal (a primeira frase diz “Queimar livros era um prazer”, com o verbo no passado), Truffaut irá apresentar seu protagonista como um legítimo soldado do regime, obediente aos mandos de seu capitão, referindo-se a si mesmo na terceira pessoa, cumprindo o dever de queimar livros com o prazer atualizado pelo tempo presente. Contra a narrativa vertical, o arco: uma transformação percebida pelo filme, de homem cego pela lei equivocada a defensor da causa literária, Fahrenheit 451, dantesco, vai do inferno ao paraíso, quer o elogio da iluminação.


François Truffaut (1932 - 1984)

Aquilo que Truffaut percebera como um clima repressor será integralmente absorvido pelo tecido do filme, e a operação conseqüente àqueles créditos iniciais falados será a filiação de Fahrenheit a um gênero clássico, ao suspense. A influência de Alfred Hitchcock é decisiva, e estamos aqui no início da relação pessoal que desembocaria na grande entrevista-livro lançada algum tempo depois, mas nem era preciso tanto. A trilha sonora ostensiva de Bernard Hermann, o modo de encenar seqüências banais como se por trás de cada uma houvesse a chave para o mistério da trama, até mesmo algumas citações literais, tudo está lá para anunciar esta grande influência, e também deixar evidente o quão difícil ela torna a vida do influenciado. Como repetiria dois anos depois na tentativa mais declarada de aproximação com o mestre, em A Noiva Estava de Preto, Truffaut se atrapalha incrivelmente nas cenas de alguma ação, e se em 1968 transformaria a crueldade de Jeanne Moureau ao empurrar um amante sacada abaixo em um momento quase-cômico, aqui torna o ataque vingativo de Oskar Werner contra seu chefe em um exercício de como não se decupar uma rajada de lança-chamas. 



E como nesses detalhes de realização, todo o filme estará envolvido por uma série de primarismos; o peso do gênero, afeito a regras e esquemas restritos, será eventualmente grande demais para que qualquer tentativa de respiração própria possa ter algum efeito. Há um paradoxo fundamental no livro de Bradbury que passa ao largo de Truffaut. Contando uma história onde a literatura é perseguida e destruída por sua possibilidade de informação e elevação intelectual, a própria existência do livro no qual esta história aparece já é, por si, uma espécie de resistência, uma afronta a esse regime imaginário e tão assustadoramente possível, uma defesa tácita e eficientíssima daquilo que a trajetória de Montag pretende significar. Em Fahrenheit 451, o filme, somos lembrados o tempo inteiro da grande importância que os livros têm na história da humanidade, num exercício de tautologia pedagógica que beira a histeria (ou como poderíamos entender a cena em que, revoltado com a letargia da esposa e de suas amigas diante da televisão, Montag põe-se a ler um trecho de um romance para que, milagrosamente, uma daquelas mulheres finalmente se emocione e chore, depois dos anos de anestesia de sua sensibilidade pela falta da poesia?). 

Diagnosticar o futuro com males que estão na pauta do presente é uma constante na maior parte dos filmes que se arriscam na previsão. Mesmo o Alphaville, do parceiro de geração Jean-Luc Godard, realizado um ano antes de Fahrenheit, sofre desta valorização desmedida de suas próprias profecias sobre o mundo. Mas lá, antes do conteúdo alarmista, da bandeira agitada, estava na linha de frente a própria impossibilidade de uma mise-en-scènedo futuro que não se impusesse os problemas do presente (diante de uma longa cena de conflito entre Eddie Constantine e Anna Karina num quarto de hotel, o que parece estar em questão não é o pesar da confirmação destrutiva deste mundo pós-apocalíptico, mas sim se este mesmo pendor para o cataclismo impedirá também a existência de planos-seqüência tão nervosos quanto aquele). Truffaut, ao contrário, é vítima da mensagem. Não perde a piada de ver o Capitão Beatty dizer, com consternação, que todos os livros precisam mesmo ser queimados, até mesmo aqueles que os servem tão bem, como o Minha Luta de Adolf Hitler que segura com uma das mãos nesse momento, porque é importante não deixar em suspenso que todos aqueles bombeiros empertigados são nazistas de primeira classe. Tudo acaba sendo, no fim das contas, uma questão de repertório. Chegando ao trecho final, no paraíso dos homens-livro, que abrigam todo o conhecimento do mundo na memória dos textos que decoraram, vemos que Fahrenheit 451 debateu-se, sempre, com sua própria capacidade de não só saber de cor e salteado certos textos (cinematográficos), mas também de conseguir repeti-los à imagem e semelhança da obra original quando o momento de reabertura chegasse. Precisamos de alguma boa vontade para recordar todos os Beijos Roubados, Os Incompreendidos,Jules e Jim e Duas Inglesas e o Amor de que dispusermos, porque diante de Fahrenheit 451 somos levados a crer que François Truffaut, afora todos esses grandes filmes que já fez, nunca foi propriamente um homem-cinema.



Análise retirada do site contracampo

The Internet Movie Database: IMDB

































































































































































terça-feira, 28 de junho de 2011

WER FRÜHER STIRBT, IST LÄNGER TOT - 2006



Eine unsterbliche Komödie (uma comédia imortal)


Título Original: Wer Früher Stirbt, Ist Länger Tot
Título em inglês: Grave Decisions
Direção: Marcus H. Rosenmüller
Roteiro: Marcus H. Rosenmüller, Christian Lerch
Gênero: Comédia/ Humor negro
Origem: Alemanha
Ano: 2006
Música: Gerd Baumann
Fotografia: Stefan Biebl
http://www.imdb.com/title/tt0780180/ - 7.6/10


Sinopse:

Principal destaque do Festival de Cinema Alemão de 2007, o filme narra a tragicômica história do jovem Sebastian, de apenas 11 anos, que acredita ser culpado pela morte de sua mãe ao nascer. Ele vive apavorado com a idéia de que pode ir para o inferno e passar longos anos no purgatório. Sebastian está empenhado em reduzir pelo menos alguns anos no purgatório, no entanto, cada vez mais se mete em contratempos, dificultando ainda mais a procura pela desejada paz. O filme é uma interessante mistura de humor negro e fantasia.

Primeiro longa-metragem do diretor Marcus H. Rosenmüller, participou de vários festivais internacionais e ganhou vários prêmios, incluindo o Bavarian Film Awards nas categorias Melhor Direção e Melhor Produção, e o New Faces Awards da Alemanha na categoria Diretor. O nome significa (no melhor português, graças à Celina) “Quem morre antes, está morto há mais tempo”!!!

Curiosidade: como é todo falado todo em dialeto Bayrisch, o DVD original alemão tem legendas em alemão, pelo fato de ser um dialeto de dificil compreensão.


Elenco:

Markus Krojer - Sebastian Schneider
Fritz Karl - Lorenz Schneider
Jürgen Tonkel - Alfred Dorstreiter
Jule Ronstedt - Veronika Dorstreiter
Saskia Vester - Frau Kramer
Hans Schuler - Graudinger
Sepp Schauer - Proske
Heinz Josef Braun - Gumberger
Tim Seyfi - Kaffl
Franz Xaver Brückner - Franz Schneider
Pia Lautenbacher - Evi Kramer
Klaus Steinbacher - Toni
Alexander Liegl - Notarzt
Stefanie von Poser - Sophie Schneider
Gerd Baumann - John Ferdinand Woodstock


Informações do Arquivo:

Formato: AVI
Qualidade: DVDRip
Áudio: dialeto alemão Bayrisch (da Bavária, sul da Alemanha)
Legendas: Português/BR
Duração: 104 min
Cor
Tamanho: 700 MB em 3 partes

DOWNLOAD:

http://www.megaupload.com/?d=RTBEHTSF
http://www.megaupload.com/?d=S6A4U659
http://www.megaupload.com/?d=Y8P2KGBX

SENHA PARA DESCOMPACTAR: acullen